EUA são já o segundo mercado na exportação de vinhos

Norte-americanos olham para o enoturismo como um nicho premium e “riem-se dos valores dos vinhos em Portugal”. E se a política externa de Donald Trump for um problema, o mercado chinês pode ser alternativa.

EUA são já o segundo mercado na exportação de vinhos
EUA são já o segundo mercado na exportação de vinhos

Visitar adegas, fazer um almoço com harmonização de vinhos ou dar um passeio de barco pelo Douro são algumas das experiências que os clientes norte-americanos não dispensam quando querem desfrutar do enoturismo em Portugal e estão dispostos a pagar bem para serem “mimados”.

A ideia foi transmitida ao Jornal Económico pelas entidades que integram esta indústria durante a 6ª edição da ‘FINE Wine Tourism’, que decorreu entre os dias 5 e 6 de março na cidade espanhola de Valladolid.

“Entre a experiência do enoturismo mais o alojamento, [o valor] anda à volta dos 250 a 300 euros por pessoa diariamente. Numa estadia de cinco dias no mínimo, que é o mais comum nestes clientes, estamos a falar à volta de dois mil euros por pessoa”, afirma Agostinho Peixoto, membro da Entidade Regional do Turismo do Porto e Norte de Portugal, que lançou há dois anos o projeto rota dos vinhos do Enoturismo do Porto e Norte, alimentada por quatro rotas: vinhos verdes, vinhos do Porto Douro, Trás-os-Montes e Távora-Varosa.

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