19h07: Montenegro disponível para alterações que beneficiem regiões autónomas
“Nós estaremos disponíveis para, em sede de especialidade, podermos ainda revisitar a relação financeira entre a Administração Central e a Administração Regional com vista a poder promover algumas alterações que beneficiem ainda mais os açorianos, os madeirenses e os porto-santenses”, adiantou Montenegro.
Montenegro disponível para alterações que beneficiem regiões autónomas
18h32: Montenegro diz que há abertura para propostas da oposição e que está “muito atento” ao custo de vida
O primeiro-ministro, Luís Montenegro, disse que há abertura para acolher propostas dos partidos da oposição, inclusive do PAN, como foi “feito nos anos anteriores”, mas ressalvou que muitas das iniciativas das outras forças partidárias “não são complementares” às do executivo, mas sim “alternativas”.
Montenegro diz que há abertura para propostas da oposição e que está “muito atento” ao custo de vida
18h13: BE acusa Montenegro de “mandar bater” em manifestantes e insiste na saída do presidente do IHRU
“Desta vez não foi ver a bola, não foi a um festival de verão mas ficou a assistir de bancada enquanto os portugueses saíam à rua em defesa do direito ao acesso à habitação. Durante a sua ausência mandou bater em quem pacificamente defendia o direito à habitação em vez de estar presente no Conselho de Ministros a bater-se por políticas que garantam o direito à habitação”, acusou o Fabian Figueiredo do BE.
BE acusa Montenegro de “mandar bater” em manifestantes e insiste na saída do presidente do IHRU
18h01: Montenegro pede “sentido de responsabilidade e coragem” a PS e Chega
O primeiro-ministro disse querer “continuar a acreditar que os líderes dos maiores partidos da oposição de vez em quando têm sentido responsabilidade e coragem para decidir as mudanças que o país precisa”.
Habitação: Montenegro pede “sentido de responsabilidade e coragem” a PS e Chega
17h49: Crise “não se resolve à bastonada”, diz PCP
“Quem luta e se manifesta quer respostas, não quer violência”, afirmou Paulo Raimundo, numa referência às manifestações pelo direito à habitação que se têm realizado em Lisboa e no Porto.
Crise “não se resolve à bastonada”, diz PCP
17h24: Montenegro diz que “também não gostou do que viu” e que PSP atuou em último recurso
“A senhora deputada instou-me a poder reconhecer que as cenas de agressão de cidadãos a forças da autoridade ou de incumprimento da lei ou, eventualmente, a resposta por parte das forças da autoridade não são imagens que nós gostemos de ver. Claro que não, eu também não gosto de ver”, respondeu Montenegro à deputada do Livre.
Montenegro diz que “também não gostou do que viu” e que PSP atuou em último recurso
17h00: IL questiona como pode viabilizar proposta e PM responde que liberais têm “enormíssimas razões”
“Se o PSD tivesse implementado as medidas que anteriormente tinha votado favoravelmente, assim que chegou ao Governo, ainda em 2024, hoje já estaríamos, certamente, a ver os efeitos a terem um impacto positivo na resolução desta crise”, defendeu a presidente da IL, Mariana Leitão.
IL questiona como pode viabilizar proposta e PM responde que liberais têm “enormíssimas razões”
16h39: Carneiro responsabiliza “orientações políticas” do Governo e não a polícia
“A minha crítica não é à polícia, a minha crítica é mesmo ao Governo. A minha crítica é ao Governo, porque se houvesse bom senso da parte do Governo, o direito de manifestação nunca foi incompatível com o Estado de direito democrático”, enfatizou o secretário-geral do PS.
Carneiro responsabiliza “orientações políticas” do Governo e não a polícia
16h11:Montenegro afirma que falou nos dois dias seguintes às manifestações
O primeiro-ministro, Luís Montenegro, recusou ter estado em silêncio perante as manifestações de protesto pela falta de acesso à habitação em Portugal, contrapondo que falou nos dois dias seguintes aos protestos de rua.“Àqueles que dizem que o primeiro-ministro não falou, nunca se esqueçam que falou no primeiro e no segundo dia em que houve manifestações na rua em Portugal”, declarou.
Habitação: Montenegro afirma que falou nos dois dias seguintes às manifestações
16h06: Ventura questiona “onde andou” o PM, Montenegro diz que esteve a trabalhar
André Ventura foi o primeiro a questionar o chefe de Governo durante o debate sobre o Orçamento do Estado para o próximo ano, no Parlamento, e a primeira pergunta que colocou foi: “Onde é que andou durante todo este tempo em que o país se debatia com manifestações em muitas da suas cidades, em que polícias eram agredidos, ofendidos e o Estado de Direito era ameaçado, e o país não sabia do seu primeiro-ministro?”.
Ventura questiona “onde andou” o PM, Montenegro diz que esteve a trabalhar
15h31: Luís Montenegro: “A PSP tem sido especialmente cuidadosa e competente” a lidar com protestos
O primeiro-ministro abriu o debate na generalidade do Orçamento do Estado para 2027, no plenário da Assembleia da República. A PSP tem sido especialmente cuidadosa e competente na reposição da normalidade, respeitando a lei e os cidadãos”, afirmou o primeiro-ministro na abertura do debate no plenário sobre o Orçamento do Estado para 2027.
Luís Montenegro: “A PSP tem sido especialmente cuidadosa e competente” a lidar com protestos
15h10:Mais de 100 sindicalistas contestam orçamento em frente à AR
Mais de uma centena de dirigentes, delegados e ativistas sindicais da Frente Comum da Administração Pública manifestaram-se esta terça-feira, 27 de outubro, junto à Assembleia da República, em Lisboa, para contestar a proposta de Orçamento do Estado para 2027 (OE2027). Sob o mote “Vamos discutir o OE2027 e como defender os interesses dos trabalhadores!”, o coordenador da Frente Comum, Sebastião Santana, começou por referir que “este orçamento não serve para os portugueses”.
Mais de 100 sindicalistas contestam orçamento em frente à AR
15h00 – Assista aqui ao debate do Orçamento de Estado para 2027
7h00: Orçamento tem via verde na generalidade, mas protestos aumentam pressão
A aprovação do Orçamento do Estado está, à partida, garantida, depois de o PS ter assegurado que se vai abster. Mas a crescente pressão social em torno do custo de vida e da habitação promete aquecer o debate, que começa esta terça-feira, às 15h. Para a hora do plenário, esta terça-feira à tarde, está marcada uma nova manifestação, desta vez em frente ao Parlamento.
Orçamento tem via verde na generalidade, mas protestos aumentam pressão