Justiça

Varziela. A “Chinatown” do norte de Portugal

Vivem e trabalhavam em Vila do Conde mais de 1.500 cidadãos chineses, a maior parte deles com atividade comercial na Zona Industrial da Varziela. Um espaço com dois mil metros quadrados, entre a Estrada Nacional 13 e a A28 e onde 85% está ocupado por armazéns, e é difícil encontrar novos terrenos para comerciantes que acabam de chegar. Gerem cerca de 200 armazéns, naquele que é o maior centro empresarial chinês em Portugal.
Varziela. A “Chinatown” do norte de Portugal

Operação “Cash-a-lot”: PJ detém empresário chinês que liderava rede milionária de lavagem de dinheiro

A PJ desmantelou uma rede milionária de lavagem de dinheiro na "Chinatown" da Varziela. Há sete detidos, entre os quais um empresário de origem chinesa, suspeito de ser o arquiteto da organização criminosa e que, no espaço de 24 meses, fez depósitos em numerário no montante superior a 141 milhões de euros e movimento 209 milhões de euros através de uma “conta veículo”.
Operação “Cash-a-lot”: PJ detém empresário chinês que liderava rede milionária de lavagem de dinheiro

Ministério Público vai recorrer da libertação polícias suspeitos de explorar imigrantes

"Foi entendido pelo juiz de instrução criminal que a prova é insuficiente. Eu penso que o Ministério Público, segundo as indicações que tenho, irá recorrer da decisão e, portanto, é uma decisão judicial que nós respeitamos, mas que iremos interpor recurso em relação a ela", disse hoje Amadeu Guerra, à margem de um evento numa escola em Loures para assinalar o Dia Internacional Contra a Corrupção.
Ministério Público vai recorrer da libertação polícias suspeitos de explorar imigrantes

Operação Influencer: MP esclarece que só arguidos acederam aos autos, não jornalistas

A manutenção do segredo de justiça externo, ou seja, o acesso vedado a quem não é arguido no processo, impossibilita a consulta por jornalistas pelo que, tendo em conta a notícia de hoje da revista Sábado, que dá conta do resumo das transcrições das escutas que envolvem o antigo primeiro-ministro António Costa neste processo, vai levar o Ministério Público a fazer uma “participação criminal pelo conteúdo hoje noticiado”.
Operação Influencer: MP esclarece que só arguidos acederam aos autos, não jornalistas

Operação Influencer: Defesa de Costa quer explicações sobre escutas e fuga de informação

Em reação às escutas divulgadas hoje pela revista Sábado, no âmbito da Operação Influencer, e que mostram conversas entre António Costa e membros do seu executivo, a defesa do ex-primeiro-ministro questionou: “Por que razão continua a ser libertado, a espaços, o conteúdo de determinados processos-crime que ainda se encontram em investigação, e ao qual não é dado acesso a quem mais neles tem legítimo interesse?”.
Operação Influencer: Defesa de Costa quer explicações sobre escutas e fuga de informação