Comprar bem exige perguntar não apenas o que torna uma propriedade atrativa hoje, mas também o que continuará a torná-la desejável daqui a dez ou quinze anos.
Fundos e outros investidores institucionais que compram habitação já concluída para a colocar no mercado de arrendamento não cumprem os requisitos legais deste regime. E deixam de contribuir para uma solução para a crise.
A CBRE lançou o Atlas, uma nova plataforma digital que reúne, num único ponto de acesso, a oferta de ativos de escritórios, industrial e logística e retalho disponíveis para venda e arrendamento em Portugal, Espanha, Brasil e México.
O investimento em imobiliário logístico e industrial em Portugal atingiu 181 milhões de euros no primeiro semestre de 2026, um aumento de 35% face ao mesmo período do ano anterior, num contexto de procura resiliente por espaços de armazenagem e distribuição e de reforço da oferta em desenvolvimento.
Contudo, e apesar desta atratividade pelo capital internacional, os especialistas alertam que a escassez de habitação, a falta de mão de obra e a necessidade de acelerar a construção colocam novos desafios ao setor.
O grupo imobiliário Vidór vai investir 100 milhões de euros na construção da maior residência de estudantes de Portugal, junto ao polo universitário da Asprela, no Porto, um complexo composto por três edifícios com mais de 2.200 camas que visa dar resposta à escassez de alojamento qualificado.
Chegou a ser a freguesia mais barata de Lisboa para comprar casa, porque não era convidativa. Hoje, das mais caras. Numa década, o preço por metro quadrado mais do que triplicou. Nasceram novos projetos imobiliários, espaços comerciais e de cultura. É uma nova vida.
Segundo o estudo, a pontuação média de interesse de pesquisa para termos ligados ao setor imobiliário situou-se nos 55,7 pontos entre março e agosto deste ano, acima dos 43,0 pontos registados entre setembro de 2025 e fevereiro de 2026.
Fernando Ferreira destaca a solidez do país na captação de investimento privado no imobiliário comercial, onde atualmente "não há nenhum patinho feio no setor". CEO da Square AM aponta a segurança que a Península Ibérica e em particular Portugal, transmitem hoje em dia, face à Europa Central.
O escritório deixou de ser apenas um lugar onde uma empresa instala pessoas. Está a tornar-se um recurso estratégico, que pode acompanhar o negócio à medida que este cresce, muda de geografia ou reorganiza as suas equipas.
Grupo de ativistas vandalizou uma das entradas da IFEMA, em Madrid, espaço onde decorre até quinta-feira o evento que junta promotores e investidores imobiliários e que tem Portugal entre os países convidados.
Estudo da UBS coloca Lisboa na categoria de risco acrescido de bolha imobiliária, depois de os preços reais das casas terem aumentado cerca de 10% desde meados de 2025. "História da habitação é conhecida: falta de construção e falta de oferta", afirma Manuel Maria Gonçalves.
Lisboa é incluída pela primeira vez no estudo, na categoria de risco acrescido de bolha imobiliária, juntamente com Miami, Dubai, Seul e Genebra, segundo o UBS Global Real Estate Bubble Index 2026 que conclui mesmo que Lisboa e Seul registaram o maior aumento do risco de bolha entre as 23 cidades analisadas.
Aquele que é considerado o maiores evento do setor imobiliário da Europa arranca esta terça-feira, 22 de setembro, em Madrid e tem Portugal como um dos países convidados. "Espanha e Portugal têm muito mais potencial se forem apresentados aos investidores internacionais como mercados complementares dentro da mesma região", afirma Juan Velayos.
Em causa está uma operação que envolve cinco residências e 895 camas, detidas pela Nido Lisbon e Nido Asprela Porto, sociedades entretanto transferidas para o Ardian Rockfield European Student Accommodation Fund, instrumento dedicado ao segmento do PBSA (purpose built student accommodation).
Relatório da Knight Frank demonstra uma mudança no investimento imobiliário focado nas branded residences e lifestyle, com a região algarvia a apresentar valores do metro quadrado superiores a Lisboa.
A From:, empresa do grupo Arrow, anuncia que o “The Shores Residences” foi rebatizado como “Azuya Seed” e tem conclusão prevista para meados de 2028, num investimento global de 62,3 milhões de euros.
Integrava o portefólio da alemã Commerz Real e foi vendido por 130 milhões. Pérez-Llorca, Cuatrecasas, Garrigues e PwC assessoraram as várias partes envolvidas na transação.
Para liderar a operação no mercado francês, a empresa nomeou Aurélien Flament. O responsável terá como principal missão construir a equipa local e liderar o plano de expansão da marca no país.
A joint venture irá investir um volume significativo de capital institucional em ativos logísticos e industriais, modernos e localizados em zonas privilegiadas, em toda a Península Ibérica.