Comprar bem exige perguntar não apenas o que torna uma propriedade atrativa hoje, mas também o que continuará a torná-la desejável daqui a dez ou quinze anos.
Fundos e outros investidores institucionais que compram habitação já concluída para a colocar no mercado de arrendamento não cumprem os requisitos legais deste regime. E deixam de contribuir para uma solução para a crise.
Lisboa está imediatamente abaixo de Barcelona, mas a capacidade de atração não acompanha a procura gerada pelas empresas que aqui se querem instalar porque "a realidade é que não há oferta”.
As novas tecnologias entraram ao serviço do mercado imobiliário, desde o início do projeto arquitetónico até à promoção. O potencial investidor pode conhecer o imóvel antes dele ser construído ou depois de edificado através de uma visita virtual.
O Bonjardim City Block, o maior projecto imobiliário previsto para a cidade do Porto, que permite conjugar os usos de habitação, retalho e hotelaria, está neste momento para venda.
Portugal está no topo do ranking como um dos melhores destinos internacionais para comprar imobiliário em 2017, seguido pela Colômbia e República Dominicana.
AR aprovou uma proposta do PSD que visa a cooperação entre entidades públicas e autarquias para rentabilizar imóveis do Estado devolutos mas BE alerta que essa solução pode "promover a privatização” e “negociatas com privados”.
A Casa Cabo de Vila, em Bitarães e o Terminal de Cruzeiros de Leixões foram os dois projetos portugueses que receberam a distinção de 'Edifício do Ano' pelo site internacional de arquitectura 'Archdaily'.
As lojas históricas, o comércio tradicional e as coletividades culturais podem passar a ter reduções nas taxas municipais e no IMI. A proposta segue agora para aprovação no Parlamento.
Os senhores do imobiliário quase desapareceram na crise que arrasou o setor, mas nos últimos anos regressaram renovados. Hoje, 20% dos promotores são estrangeiros e apostam na reabilitação urbana.
Os subscritores da carta sustentam que é “cada vez mais difícil morar em Lisboa”, salientando “a alteração profunda das dinâmicas habitacionais nas áreas metropolitanas do país” a que têm assistido nos últimos anos.
A tendência na Madeira contraria aquela registada no total do território nacional, que em 2015 registou uma queda de 4,2% no número de edifícios licenciados.