Comprar bem exige perguntar não apenas o que torna uma propriedade atrativa hoje, mas também o que continuará a torná-la desejável daqui a dez ou quinze anos.
Fundos e outros investidores institucionais que compram habitação já concluída para a colocar no mercado de arrendamento não cumprem os requisitos legais deste regime. E deixam de contribuir para uma solução para a crise.
Passados 24 anos da implementação do Programa Especial de Realojamento (PER) ainda existem perto de 2.800 famílias de oito municípios das Áreas Metropolitanas de Lisboa e do Porto que continuam à espera que lhes seja atribuída uma habitação.
A Geração Millennials - indivíduos nascidos entre 1980 e 2000 e que têm entre os 17 e os 37 anos, representa já entre 10 a 20% das transações globais imobiliárias. 65% opta pelo arrendamento e 34,4% pela compra.
Existem entre quatro a cinco mil milhões de euros de capitais disponíveis em busca de stock de residências de estudantes na Europa. França, Alemanha, Irlanda, Itália, Holanda e Espanha são os mercados com maior potencial para conquistar parte deste investimento mas Portugal também se encontra na 'corrida'.
Até final de 2017 serão inaugurados mais 30.000 m2 de escritórios na zona ribeirinha de Lisboa, particularmente entre Cais do Sodré e Santos, passando a apresentar uma área total de 80.000 m2.
Os primeiros prédios para venda e reabilitação localizam-se na Rua de São Lázaro, que se encontra na zona do Martim Moniz, e um T2, por exemplo, vai ter uma renda que ronda os 250 euros por mês.
Em Março, Portugal passou a ocupar o 4º lugar do Ranking mundial dos melhores países para investir em imobiliário, descendo uma posição em relação a Fevereiro.
Nos últimos cem anos as políticas públicas de habitação foram responsáveis pelo alojamento de cerca de um milhão de portugueses, bem como a erradicação de cerca de 100 mil barracas e outras construções precárias.
A procura por habitação na Zona Oeste do Algarve tem crescido nos últimos anos mas a oferta é escassa, sobretudo de construção nova, por isso a reabilitação tem sido a solução encontrada.
Empresa portuguesa vai ter uma construtora e construir cinco fábricas na zona especial de Mariel.
No ano passado, faturou 40 milhões de euros, 25% dos quais em Portugal.
Falta de edifícios por reabilitar no centro histórico leva a expansão para outras zonas da cidade. Atualmente encontram-se em construção mais de 180 edifícios, a maioria projetos de reabilitação.
Os 12 imóveis levados a leilão pela Direção-Geral do Tesouro e Finanças, que apresentavam um valor base de licitação agregado de 6,4 milhões de euros, acabaram por serem todos vendidos por 9,5 milhões.
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