Comprar bem exige perguntar não apenas o que torna uma propriedade atrativa hoje, mas também o que continuará a torná-la desejável daqui a dez ou quinze anos.
Fundos e outros investidores institucionais que compram habitação já concluída para a colocar no mercado de arrendamento não cumprem os requisitos legais deste regime. E deixam de contribuir para uma solução para a crise.
No 2º trimestre de 2017 foram licenciados 4,6 mil edifícios e concluídos 2,9 mil edifícios em Portugal. Os edifícios
licenciados cresceram 7,4% face ao 2º trimestre de 2016, registando-se uma redução de 6,4% face ao trimestre
anterior.
Para atrair e reter colaboradores, as empresas devem apostar em integrar mais espaços inovadores nos seus escritórios, conclui o estudo “Workplace Powered by Human Experience”.
O Governo aprovou no Conselho de Ministros o decreto-lei que desafeta do domínio público hídrico e integra no domínio privado do Estado uma parcela de terreno pertencente aos denominados terrenos da Margueira e concessiona duas parcelas do domínio público à Baía do Tejo.
Luís Araújo é dono de um alojamento local que arrenda quartos a turistas no centro de Lisboa mas garante que não existe incompatibilidade com as funções que desempenha.
Em Lisboa, Arroios, Alameda e Benfica são as zonas onde existem mais casas para arrendar. No Porto, é nas zonas de Paranhos, Cedofeita e Bonfim que os estudantes encontram um maior número de opções, através da plataforma online para alojamento de estudantes universitários.
Cerca de 70% dos colaboradores das empresas em todo o mundo consideram que sentirem-se felizes no local de trabalho é a experiência mais importante para a realização profissional.
Ao eleger o espaço de trabalho, cada vez mais as empresas, independentemente da sua dimensão, irão optar por um serviço em vez de contratos de arrendamento de prazo fixo.
Trata-se de um tema atual e que serve de debate num workshop organizado pela Associação Portuguesa de Promotores e Investidores Imobiliários, em colaboração com o escritório de advogados Morais Leitão, Galvão Teles, Soares da Silva & Associados e o ISEG.
O negócio envolveu 10 edifícios e cinco frações autónomas, com uma área total de 35.000 metros quadrados, em Lisboa, Oeiras, Sintra, Almada, Tomar, Caldas da Rainha, Matosinhos e Funchal.
Boa notícia é saber que em 2017 se irá com toda a certeza registar o maior número do setor, prevendo-se atingir e superar as 130 mil transações imobiliárias.
As ruas mais exclusivas do mercado português distribuem-se entre Lisboa, Cascais, Algarve e Porto. A Rua do Salitre é a zona com a habitação à venda mais cara em Portugal.
A mansão foi restaurada e renovada, depois de ter sido comprado pelo investidor James Mai (herói do Big Short) e pela sua esposa Chiara, em 2012, por 5,8 milhões de euros.