Comprar bem exige perguntar não apenas o que torna uma propriedade atrativa hoje, mas também o que continuará a torná-la desejável daqui a dez ou quinze anos.
Fundos e outros investidores institucionais que compram habitação já concluída para a colocar no mercado de arrendamento não cumprem os requisitos legais deste regime. E deixam de contribuir para uma solução para a crise.
Portugal está a captar cada vez mais investidores estrangeiros. De Espanha chegam notícias de promotores que vêm investir
no nosso país, numa altura em que a Associação Portuguesa de Promotores Imobiliários defende um mercado imobiliário ibérico.
Portugal é um dos países europeus em que a transação de portfólios de 'Non-Performing Loans' poderá acelerar este ano, atingindo um volume muito superior ao que se estima terem sido transacionados em 2016.
Desde 2013 que as vendas nos centros comerciais começaram novamente a crescer, resultando num aumento de 1,4% em 2016, contudo revela-se uma alteração comportamental no modo como os portugueses os experienciam, tendo o tráfego registado um decréscimo de 1,1%.
Entre 2012 e 2017, a renda prime do comércio de rua em Lisboa, cuja referência é o Chiado, passou dos 75 euros/m2/mês para os atuais 130 euros/m2/mês, ou seja, registou um crescimento de 70%.
Ampliação do espaço arranca em Janeiro e implica um investimento de cerca de 40 milhões de euros. Projeto prevê a construção de dois novos pisos e a criação de centenas de postos de trabalho.
O Andbank Espanha lançou um produto de investimento imobiliário – o Albatross Iberian Re Renovation Fund I – com o objectivo de reunir 50 milhões de euros para investir em Portugal e atingir uma rentabilidade na ordem dos 12%.
O INE divulgou o Índice de Preços da Habitação relativos ao segundo trimestre do ano. A variação homóloga registada foi de 8%, o que não impediu que se transacionassem mais 16,1% de casas do que em período homólogo, gerando 4,6 mil milhões de euros.
O montante da receita fiscal, referente ao arrecadado até ao passado mês de julho, deve-se ao imobiliário, às transações e às reavaliações de imóveis efetuadas pelas Finanças nos anos da ‘troika'.
Em 14 anos, 30% do total de investimento imobiliário em Portugal foi aplicado em centros comerciais, sendo que 64% do capital investido foi realizado por operadores internacionais.
Nos primeiros seis meses do ano foram lançado 9.449 novos concursos, no valor de dois mil milhões de euros. Os contratos de obras públicas celebrados no primeiro semestre do ano fixaram-se nos 1,12 mil milhões de euros.
Depois dos portugueses, os brasileiros são quem mais estão a comprar casa em Portugal, por esse motivo, a consultora JLL associa-se ao maior evento de música do mundo para apresentar, no Brasil, a sua oferta residencial. O Rock in Rio 2017, no Rio de Janeiro, que iniciou ontem.
Nas Grandes Opções do Plano para 2018 (GOP2018), o Governo vai criar um novo Programa de Arrendamento Acessível com o objetivo de "promover uma oferta alargada de habitação para arrendamento a custos mais reduzidos".
O ING - instituição financeira global, reforça a sua aposta no setor imobiliário português com o financiamento de duas novas operações, num total de 67 milhões de euros, a dois fundos internacionais.