No que diz respeito ao consumo de cimento, os dados da mais recente Síntese Estatística da Habitação da associação apontam para a manutenção da trajetória crescente.
A construção híbrida de madeira e betão tem atraído investimento. O Grupo Casais aposta na solução CREE e o Grupo DST tem vindo a investir na industrialização do seu pólo de Braga.
A Associação dos Industriais de Construção Civil e Obras Públicas está preocupada com quebra no investimento público e gostaria de ter maior previsibilidade relativamente aos projetos futuros.
Mercado das residências universitárias está a aumentar. O grupo - em que pontifica Jaime Antunes, Hugo Gonçalves Pereira e a gestora de ativos Atrium - inaugurou no ano passado uma infraestrutura semelhante junto ao polo universitário da Asprela, no Porto.
"Esta decisão pessoal foi tomada depois de mais de 40 anos de trabalho, contribuindo para uma empresa melhor, um grupo familiar melhor, um mundo melhor", diz a empresa.
O aumento de capital de 100 milhões de euros, reservado a acionistas, foi feito para acomodar o reforço da posição da gigante estatal chinesa, a China Communications Construction Company (CCCC), no grupo português.
A associação AICCOPN apurou um aumento do consumo de cimento no mercado nacional no primeiro trimestre do ano de 10,8%, em termos homólogos, em resultado de um mês de março claramente positivo, com o consumo desta matéria-prima a atingir 385,5 milhares de toneladas, o que corresponde a um máximo mensal dos últimos dez anos.
Este valor representa um crescimento de 2,8% face ao verificado no mês anterior. Por sua vez, o custo da mão de obra subiu 7,6%, mais 1,7% em comparação com fevereiro.
Segundo a associação da empresas nacionais de construção e obras públicas, o novo crédito concedido pelas instituições financeiras para aquisição de habitação totaliza 1.967 milhões de euros, até fevereiro de 2021, montante que traduz um crescimento de 3,7%, face a igual período de 2020.
No final do mês de março de 2021, a produção contratada neste segmento da construção civil e obras públicas aumentou para 9,2 meses, cerca de nove meses e uma semana.
O contrato, adjudicado pelo gigante mundial do sector portuário DP World, respeitam ao desenho e construção de uma nova fase de expansão do porto de Callao, naquele país da América do Sul, tendo um prazo de conclusão previsto de 33 meses.
O barómetro da AICCOPN referente ao mês de abril conclui que os contratos celebrados no âmbito de concursos públicos atingiram os 561 milhões de euros, mais 18% em termos homólogos.
A associação presidida por Reis Campos critica o "cálculo irrealista dos preços base; a falta de critérios obrigatórios e uniformes para identificação de propostas de preço anormalmente baixo; a diferenciação dos regimes de liberação das cauções consoante as obras sejam localizadas no Continente ou nas Regiões Autónomas, ou a interoperabilidade das plataformas eletrónicas".
No segmento de engenharia civil, nos primeiros dois meses de 2021, o mercado de empreitadas de obras públicas permaneceu positivo. Ao nível das promoções de concursos de empreitadas de obras públicas o montante totalizou 543 milhões de euros, o que traduz um aumento de 2% face a igual período do ano passado.
O evento realiza-se em formato digital e conta, entre outras personalidades, com a presença do ministro do Ambiente e da Ação Climática, João Pedro Matos Fernandes, e do ministro de Estado, da Economia e da Transição Digital, Pedro Siza Vieira.
A última síntese estatística da habitação realizada pela AICCOPN sublinha ainda as quebras de 10,9% e de 20,6% registadas no número de licenças de construção e reabilitação emitidas e no número de fogos licenciados em construções novas, respetivamente, no passado mês de janeiro, em comparação com o período homólogo de 2020.
A "proposta obteve 4.052 votos a favor, 813 votos contra e 0 abstenções, do total de 6.051 votos elegíveis, tendo, por isso, sido aprovada", disse o grupo de construção.
"Na AG o único ponto da ordem de trabalhos foi aprovado por uma votação favorável correspondentea 99,394% dos votos emitidos na Assembleia", informou a construtora. A 5 de março, a CMVM disse que não encontrou elementos que obriguem a uma futura OPA da CCCC sobre a Mota-Engil, sublinhando que a aprovação da alteração dos estatutos diminui os poderes conferidos a acionistas que tenham uma posição de, pelo menos, 30% do capital.
O regulador respondeu à construtora chinesa sobre o acordo para a compra de 30% da Mota-Engil sem obrigatoriedade de OPA, porque a mudança de estatutos prevista retira poderes a quem tem 30% da empresa. Mas a CMVM avisa que continuará a acompanhar a atividade da Mota-Engil e a respetiva estrutura acionista (incluindo a relação entre os titulares de participação qualificada), no sentido de garantir o cumprimento pontual de todas as normas legais.
“O investimento em construção evidenciou-se com um crescimento de 4,8%, num ano em que o investimento total registou uma variação de -4,9%, em termos homólogos. Os dados são das associações do sector.
O grupo português ganhou um contrato de conceção e construção (reabilitação e expansão) da Autoestrada S19 na Polónia. Uma empreitada com o valor adjudicado de 150 milhões de euros.
O aumento de capital que a Mota-Engil vai fazer no âmbito do acordo para a entrada dos chineses da China Communications Construction Company vai ser realizado a 1,5 euros por ação.