No que diz respeito ao consumo de cimento, os dados da mais recente Síntese Estatística da Habitação da associação apontam para a manutenção da trajetória crescente.
A construção híbrida de madeira e betão tem atraído investimento. O Grupo Casais aposta na solução CREE e o Grupo DST tem vindo a investir na industrialização do seu pólo de Braga.
A Associação dos Industriais de Construção Civil e Obras Públicas está preocupada com quebra no investimento público e gostaria de ter maior previsibilidade relativamente aos projetos futuros.
Carlos Mota Santos, Chairman e CEO do Grupo Mota-Engil reconhece que “temos um grande caminho a percorrer, mas continuamos ambiciosos e com os olhos postos no futuro do nosso planeta, das pessoas e do negócio".
Nas economias mais avançadas a subida irá situar-se entre os 1,8% e os 2,2%. Entre os principais riscos do sector estão a escassez de mão de obra qualificada, o que poderá aumentar os custos salariais, em particular no mercado europeu.
Com o projeto de residências de estudantes em Beja e Valença, a construtora aguarda o relatório do concurso público para a construção de habitação a custos controlados em Guimarães e Vila Nova de Gaia. "É preciso que os projetos saiam para o terreno. Acho que isso tem sido muito lento", refere o CEO da empresa, António Carlos Rodrigues.
Segundo dados da Associação dos Industriais de Construção Civil e Obras Públicas (AICCOPN), este aumento deve-se maioritariamente, à “abertura de um concurso para a concessão da linha ferroviária de alta velocidade, no montante de 1.661,4 milhões de euros, valor que corresponde a 63% do total promovido”.
O volume total correspondeu a 2.624 milhões de euros, dos quais 63% (1.661,4 milhões de euros) são dirigidos para o concurso da concessão da Linha Ferroviária de Alta Velocidade.
O volume de negócios gerado fora de Portugal – e as exportações – representou mais de 73% da faturação total de 2023 da empresa com sede em Oliveira de Frades. Carteira de encomendas vale mais de 750 milhões de euros em contratos no país e também Espanha, Reino Unido, Angola, França e Arábia Saudita.
Empresa portuguesa mais do que duplicou o resultado líquido face a 2022, atingindo um total de 113 milhões de euros, enquanto o volume de negócios superou pela primeira vez a barreira dos cinco mil milhões. EBITDA disparou 55% para 837 milhões.
Carlos Mota Santos defende a sua opinião com base em novos projetos que se encontram em curso e como tal "alguns preços-alvo deveriam ser mais elevados" e acredita que alguns dos objetivos traçados no plano estratégico da construtora para 2026 "serão antecipados".
Também o volume de negócios da construtora alcançou pela primeira vez os cinco mil milhões de euros, tendo registado um aumento de 46% face ao ano anterior, com o EBITDA (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) a verificar um crescimento homólogo de 55%, para 837 milhões de euros.
Este investimento será feito até 2025 na unidade industrial, localizada em Esposende, com capacidade para construir estruturas em madeira para três casas por dia. Abrange também outra fábrica da Kōzōwood Industries, numa área de 10 mil m2, que será inaugurada até ao segundo semestre de 2025.
Empresa Cânhamor especializada nos sectores da construção e agricultura revela também no seu estudo que em comparação com uma construção convencional, a utilização dos ECOblocos prevê uma redução dos custos que pode chegar aos 35% na construção de paredes internas.
A construtora valorizou mais de 5% durante a sessão bolsista de segunda-feira tirando também partido da recomendação do Caixa BI para a compra das ações da Mota-Engil, tendo atribuído um preço-alvo de 6,20 euros. Analista alerta que os focos de arrefecimento no sector da construção podem colocar um risco acrescido quanto à valorização futura da empresa.
A construtora foi a escolhida em concurso público para a conceção e construção das duas residências universitárias, que em conjunto representam um valor de empreitada de 19 milhões de euros
Face ao mês anterior verificou-se uma descida de 0,7 pontos percentuais, enquanto os preços dos materiais apresentaram uma variação negativa de -2,2% (-1,7% no mês anterior).
Este valor representa uma ligeira descida de um 0,6 pontos percentuais (p.p.) face ao registado no mês anterior. O preço dos materiais e o custo da mão de obra apresentaram, respetivamente, uma variação homóloga de -2,2% e de 7,5%.
O custo do projeto está estimado em cerca de 380 milhões de euros e a sua construção está prevista começar no início deste ano. A contribuição do BEI poderá ascender a um máximo de 190 milhões de euros, num empréstimo a longo prazo.
Um dos contratos diz respeito ao projeto da mina de Toromocho, no Peru, estando a obra em Portugal relacionada com a gestão do complexo hospitalar do Hospital de Lisboa Oriental em regime de parceria público-privada.
A construtora chinesa Evergrande anunciou esta sexta-feira a venda da totalidade da participação num empreendimento no sudeste da China, parte do plano de alienação de ativos para angariar fundos.