A Rússia vai aplicar um aumento das tarifas de importação dos bens provenientes de países que aplicaram sanções à Rússia, após esta ter iniciado o conflito com a Ucrânia.
O protecionismo está de volta. É praticado pela China, pelos Estados Unidos e pela Europa. E faz parte do ambiente belicista que se vai instalando de forma mais ou menos generalizada.
Com um setor automóvel global em rápida transformação, a coordenação internacional e o diálogo multilateral serão cruciais para mitigar as tensões comerciais e promover um ambiente de comércio justo e sustentável.
A UE tem consciência das inúmeras fábricas que as construtoras europeias de automóveis têm na China, o que pode levar a uma retaliação. Este assunto é política e comercialmente muito sensível.
Ainda antes da visita do ministro alemão, a China deixou o alerta de que um aumento das políticas no âmbito deste tema podem levar os dois blocos a entrar numa guerra comercial.
Li Chao acrescentou que "o protecionismo comercial não é a saída" e as tarifas "vão impedir o desenvolvimento saudável a longo prazo das empresas da UE".
É a marca chinesa de carros elétricos mais vendida em Portugal. Ambiciona subir ao pódio das vendas nacionais, mas aguarda para ver qual a decisão da marca em relação aos preços depois de Bruxelas ter aumentado as tarifas alfandegárias.
Bruxelas impôs as tarifas mas tem uma meta de só registar carros com zero emissões a partir de 2035. A agenda sustentável da UE irá estar em rota de colisão com a agenda protecionista.
As ações da BYD e da Geely, duas das principais marcas de veículos elétricos da China, subiram esta quinta-feira no rescaldo do anúncio de Bruxelas de tarifas mais baixas do que havia sido avançado pelo jornal "FT".
A escolha de tarifas de eletricidade deve incidir não apenas no preço por kWh, mas essencialmente no tipo de equipamentos que se utiliza e nos hábitos de consumo.
O Instituto Nacional de Estatística informou que o índice relativo aos produtos energéticos terá acelerado de -10,49%, em dezembro, para 0,19%, em janeiro. A eletricidade, essencial na vida diária, tornou-se então mais cara em janeiro de 2024, independentemente da comercializadora. Porquê?
“De acordo com a ERSE, a dívida tarifária aumentará no montante de 1.717 milhões de euros, ascendendo a 1.995 milhões de euros no final de 2024, configurando o maior aumento da última década e, mais preocupante ainda, uma forte inversão da tendência de redução desta dívida”, aponta o PSD, no requerimento.
Governo vai transferir 366 milhões para o sistema elétrico que vão servir de "rede de proteção" contra aumentos. Ministro da Economia aponta para "incertezas muito grandes" no sector da energia. Uma das dúvidas é se as tarifas de acesso à rede vão continuar negativas.