Os Estados Unidos tinham anunciado querer avançar com tarifas de 25% ao Canadá e ao México, a 4 de fevereiro. No caso da China a tarifa seria de 10%. Contudo o plano acabou adiado, por um mês, para as tarifas que estavam previstas se aplicar ao Canadá e ao México.
A afirmação da prevalência dos interesses americanos para criar tensões nas instituições de relações internacionais é um problema que os países da Europa têm de aceitar, e que conduz à necessidade de reinventar a União.
A Diageo, empresa dona da cerveja Guinness, estima um impacto ao nível dos lucros, uma vez que tem no portefólio produtos que só podem ser feitos no Canadá e no México.
A Schroders afirma que as tarifas que os Estados Unidos pretendem impor ao Canadá e ao México devem ter um "impacto mais substancial", se forem implementadas de "forma tão rigorosa" como foi inicialmente sugerido.
A bitcoin caiu para 92.500 dólares nas primeiras horas após Donald Trump ter assinado uma ordem executiva que determinou a imposição de tarifas ao Canadá, México e China, recuando mais de 15% face aos máximos históricos.
Pressão criada com ameaça de tarifas cria incentivo para a UE firmar acordos comerciais com os EUA, evitando estas medidas, mas também com países terceiros visados por Washington, enquanto a desregulamentação chega à Europa.
Questionada sobre se as palavras de Trump eram verdadeiras, Lagarde disse que não era possível responder “sim ou não” e que não se tratava de uma questão de “preto ou branco”, uma vez que, além da balança comercial, é preciso ter também em conta a troca de serviços e a circulação de capitais.
“Estamos a considerar [tarifas] na ordem dos 25% sobre o México e o Canadá, porque eles deixam muita gente (...) entrar [nos Estados Unidos], e muito fentanil também”, disse o novo Presidente na Casa Branca, na segunda-feira, poucas horas depois da sua tomada de posse.
Uma sondagem revela que dois terços das empresas norte-americanas esperam que Donald Trump implemente políticas que vão prejudicar as suas operações na Europa nos próximos anos.
“É definitivamente o ambiente geopolítico mais hostil que alguma vez enfrentámos. Como empresa chinesa, se quisermos fazer negócios nos Estados Unidos, vamos ser afetados por tudo".
Portugal surge ao lado de economias como Suíça e Israel, não sendo considerado um "aliado-chave" por parte dos Estados Unidos para conseguir ter acesso livre à tecnologia dos chips para treinar Inteligência Artificial.
Já era sabido que as tarifas do presidente-eleito dos EUA iriam afetar a economia europeia. Sabe-se agora que a Alemanha será a mais afetada, num momento em que a saúde financeira do país não está no positivo.
Subsistem dúvidas sobre a capacidade da Europa para se manter unida, saber conciliar os interesses nacionais e convergir numa estratégia que lhe permita responder aos desafios da contemporaneidade e a uma ordem internacional soberanista.
O Instituto da Mobilidade e dos Transportes (IMT) publicou esta terça-feira em Diário da República os valores atualizados para a inspeção automóvel e de motociclos.
O acordo UE-Mercosul é um bom exemplo do que a UE pode fazer para tentar inverter a sua crescente irrelevância económica e geopolítica na nova ordem mundial.
As relações entre as duas maiores potências mundiais deterioraram-se nos últimos anos devido a diferendos no comércio ou sobre o estatuto de Taiwan, cuja soberania é reivindicada por Pequim.
“Estamos dispostos a lidar corretamente com as diferenças com a UE, a procurar soluções, a apoiar conjuntamente o comércio livre e a defender conjuntamente o multilateralismo”, acrescentou o chefe da diplomacia chinesa.