Comissão de Trabalhadores da Galp volta a criticar negócio, considerando que o país vai perder soberania energética para uma sociedade controlada pelos espanhóis da Moeve que, por sua vez, são controlados por emiratis e por um fundo norte-americano.
Evento reforçou o posicionamento do Alentejo Litoral como destino de inovação ao cruzar mar, vinho, gastronomia e turismo numa experiência imersiva e diferenciadora
Sines é um sucesso que está já ameaçado de sobrelotação. O Governo quer descentralizar. Vai construir seis réplicas. Planeadas e também com foco na Coesão Territorial.
A Alfândega, em Sines, funcionará nas instalações do Porto de Sines a partir do dia 1 de janeiro de 2027. No âmbito desta reorganização territorial dos serviços aduaneiros desconcentrados, a Alfândega do Jardim do Tabaco será eliminada e reconfigurada como delegação aduaneira.
Com um custo de 150 milhões, o consórcio liderado pela EDP e pela Galp ainda espera por clareza regulatória antes de avançarem para a execução do projeto.
A refinaria de Sines da Petrogal e a TAP foram as instalações/empresas mais poluentes do país em 2025, um ano marcado também pelo aumento das emissões das centrais elétricas.
Para dar resposta à falta de habitação destinada aos trabalhadores, a Madoqua prepara-se para construir entre 150 e 200 apartamentos em condomínio com farmácia, supermercado e campos de jogos. Já a Calb planeia a construção de 70 moradias para os altos quadros e de um hotel com capacidade para 700 camas. E o Porto de Sines vai apostar em 70 casas.
Sessenta projetos bateram à porta de Sines, só oito conseguiram entrar. Um deles foi o da Keme Energy que se propõe a produzir hidrogénio verde para estimular a indústria em Sines. O CEO Miguel Matias explicou na conferência do JE, que decorreu esta segunda-feira, o conceito de Sines como vale do hidrogénio.
A ministra do Ambiente e Energia defendeu hoje que a refinaria de Sines é “essencial” para Portugal, mas disse que cabe ao Governo ajudar a torná-la “mais competitiva”.
Valor do metro quadrado duplicou nos últimos três anos, até em edifícios construídos há 20 anos. Presidente da autarquia alerta para subida “galopante” dos preços devido à escassez de oferta. Estimativas apontam para a chegada de sete mil pessoas até ao fim da década à região.
Se não houver planeamento adequado – saúde, educação, segurança, transportes, higiene urbana, etc. –, a competitividade de Sines será, a prazo, posta em causa: ninguém quer viver muito tempo numa cidade desconjuntada e impreparada.
A cidade reúne um conjunto de fatores únicos na Europa: é próxima das principais rotas marítimas internacionais, tem um porto de águas profundas e solo industrial em escala. Entre projetos já contratualizados ou em fase de prospeção, Sines prepara-se para acolher investimentos nos setores energético, industrial e digital. Galp, Repsol, Start Campus, Calb ou Madoqua integram um pipeline de investimentos que promete transformar a região.
Sines tem espaço de sobra para acolher as novas fábricas espertas e tem os cabos submarinos que levam esta informação da Europa às diferentes Américas e a África, o que a converte na genuína porta da frente digital da UE.
Após a aprovação, o Politécnico avança para a revisão dos seus estatutos, construção dos estatutos provisórios e constituição da comissão instaladora que vai assegurar a gestão do processo da nova escola. A futura unidade orgânica vai focar-se nas áreas de sustentabilidade, indústria e tecnologias digitais.
Energia, baterias, inteligência artificial. E mais. Sines está a ser muito procurada por investidores. São mais de 25 mil milhões de euros previstos, em projetos de 53 empresas, de 10 países. Vão criar 4.500 postos de trabalho.