Uso de novas regras europeias e uma maior participação do Estado na Galp são as hipóteses que o Governo tem para garantir o interesse nacional na refinaria de Sines. Estado teria de investir 227 milhões para ter um representante no conselho de administração.
Galp tem-se queixado da falta de apoios para descarbonizar a refinaria de Sines e que Portugal apoia muito menos refinarias face ao apoio dado em Espanha.
Companhia petrolífera garante que negócio caiu por terra por operação não criar valor de longo prazo para os acionistas da Galp, rejeitando que tenha sido por qualquer tipo de entrave criado pelo Governo.
Executivo garante "total disponibilidade para criar condições que permitam à Galp continuar a investir" na refinaria de Sines. Galp já pediu ao Governo um "enquadramento fiscal estável e um enquadramento regulatório bem definido e transparente, que tenha também em conta os incentivos adequados".
Caiu por terra polémico negócio que envolvia a passagem da única refinaria nacional para as mãos de um empresa controlada por fundo dos Emirados Árabes Unidos.
Habituemo-nos a esta ideia: não voltaremos tão cedo a ter combustíveis baratos. E há muito pouco que o Governo, seja ele qual for, possa fazer para minorar este efeito.
Taxa de carbono europeia ameaça tornar mais caros portos portugueses que temem fuga de carbono para Marrocos. Esgotamento da capacidade no estreito de Gibraltar é oportunidade.
Casas vão servir para albergar trabalhadores de entidades públicas, mas também clientes e parceiros do porto de Sines, num momento em que a cidade portuária e industrial debate-se com uma crise de habitação.
Cerca de 95% do gás que entrou em Portugal em 2025 chegou através do terminal de Sines, tendo Nigéria, Estados Unidos e Rússia sido os principais países de origem, segundo um relatório da Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE). No ano passado, no terminal de Gás Natural Liquefeito (GNL) foram realizadas 46 descargas de navios […]
O Governo vai avançar com um plano especial para responder à pressão dos investimentos industriais no concelho de Sines, no distrito de Setúbal, com respostas na área da habitação, educação e saúde, foi hoje anunciado.
Mais de 50 anos depois do fim do Estado Novo, o teste é sempre o mesmo: perante uma posição de mercado adquirida, o Estado protege-a ou obriga-a a provar-se na concorrência?
Portugal é uma das grandes portas atlânticas de dados. Os cabos amarram na nossa costa e a Microsoft ergue em Sines um centro de dados de 8,6 mil milhões de euros. Alojar a infra-estrutura dos outros dá renda e emprego, mas não dá soberania.
Portugueses com projeto para inaugurar refinaria de mineral crítico para os setores da defesa, tecnológico ou energia. A produção está prevista arrancar em 2030 destinando-se "principalmente ao mercado industrial europeu".
Em comunicado, a aicep Global Parques revelou ter assinado com a empresa, no dia 15 de junho, um contrato de reserva de uma parcela de terreno na Zona 1 da ZILS, com uma área total de 131 mil metros quadrados, destinada à instalação da unidade industrial.