Segundo a comunicação da Comissão Europeia, a que a agência Lusa teve hoje acesso, as autoridades portuguesas defenderam que a privatização da Azores Airlines encontrou “dificuldades imprevistas” com “fatores fora do controlo” do Governo dos Açores (PSD/CDS-PP/PPM) e da SATA, que impediram o cumprimento do prazo previsto para a conclusão do processo (31 de dezembro de 2025).
Tiago Lopes falava na Comissão Especializada Permanente de Economia, no âmbito da resolução do parlamento dos Açores sobre o processo de privatização da Azores Airlines (ramo da SATA que faz as ligações aéreas de e para fora do arquipélago) e do 'handling'.
Atlantic Connect Group criticou o parecer do júri e diz-se preparado para defender os seus direitos "através de todas as vias legais, nacionais e internacionais, ao seu alcance".
Após a análise, o processo será remetido ao Governo Regional dos Açores, "solicitando a respetiva orientação quanto ao seguimento a dar ao processo de alienação".
Júri recomenda a rejeição da proposta considerando por o "risco económico da operação" ficar "essencialmente do lado da SATA", com o risco de a operação ser qualificada como ajuda estatal.
A 5 de janeiro, a Comissão Europeia prolongou os prazos para que as companhias aéreas SATA e TAP concluam a alienação de ativos, condição para as ajudas à reestruturação concedidas pelo Governo.
A SATA aumenta oferta para o Verão 2026 com mais de 800 voos semanais nos Açores. O grupo foca recursos no mercado doméstico e reforça ligações interilhas 29 de março a 31 de outubro.
Para além do Presidente do Conselho de Administração, estão como vogais Sandro Raposo e Bernardo Oliveira. Como vogal não executivo foi eleito João Borges da Ponte.
A Comissão Europeia prolongou hoje os prazos para que as companhias aéreas SATA e TAP concluam a alienação de ativos, condição para as ajudas à reestruturação concedidas pelo Governo.
O novo presidente do conselho de administração da SATA Holding disse hoje acreditar que as contas do grupo poderão aproximar-se de resultados líquidos positivos em 2026, se as rotas territoriais forem compensadas por Obrigações de Serviço Público (OSP).
A Azores Airlines, que já teve uma oferta de aquisição por parte de um consórcio liderado por Carlos Tavares (ex-CEO da Stellantis), acumula até setembro um prejuízo de 33,3 milhões de euros, melhor em 5% face ao ano anterior.
As companhias aéreas TAP e Sata e a SPdH, de assistência em terra em aeroportos, acordaram com vários sindicatos a realização de serviços mínimos na greve geral de 11 de dezembro, segundo documentos publicados pela DGERT.
O presidente da administração da SATA, Rui Coutinho, apresentou a demissão do cargo, revelou hoje à Lusa o Governo dos Açores, que vai nomear o diretor financeiro, Tiago Santos, para a liderança do grupo de aviação.
“O Governo Regional dos Açores expressa ao presidente cessante o seu reconhecimento pelos serviços prestados e formula votos de elevado sucesso ao novo presidente no desempenho das suas funções, reiterando a sua confiança na continuidade do trabalho estruturante que tem vindo a ser desenvolvido”, adianta o executivo açoriano em nota de imprensa.
O Grupo SATA disse hoje que não prevê “o cancelamento ou atrasos significativos” nos voos da companhia aérea Azores Airlines devido à atualização do ‘software’ nos seus aviões A320.
"Para que não subsistam dúvidas, o Conselho de Administração da SATA Holding nunca se opôs, nem se opõe, a que o Agrupamento Newtour/MS Aviation apresente bem como discuta, com os trabalhadores e seus representantes, os termos relativos às condições e custos com pessoal", sublinha a Administração da SATA em resposta à acusação do SPAC – Sindicato dos Pilotos da Aviação Civil.
“A operação da TAP de/para Ponta Delgada e Terceira poderá ser afetada, entre os dias 25 e 27 de setembro, por condições meteorológicas adversas provocadas pela passagem do furacão Gabrielle pela Região Autónoma dos Açores”, informa a TAP na sua página da Internet.
O Grupo SATA reduziu os prejuízos para 44,2 milhões de euros no primeiro semestre de 2025, o que representa uma melhoria de cerca de 826 mil euros face aos 45 milhões de euros negativos registados em igual período do ano passado.
A Newtour/MS Aviation alerta que, no que diz respeito à SATA, "não se pode mudar" de acionista para deixar tudo na mesma. "Foram as soluções de sempre que deixaram a SATA na perigosa situação em que se encontra. E não é com as soluções de sempre que se garante o futuro que a companhia aérea, os trabalhadores e os açorianos, em geral, merecem e precisam", afirma o agrupamento.