A reacção do mercado foi imediata: o projecto era entendido como interessante, e o seu abandono ditou uma quebra de cerca de 10% na cotação das acções da Galp, mesmo após o anúncio dos resultados.
Honra seja feita ao PCP, que nesta tragicomédia é quem fica melhor visto: por um lado, admitiu que teve conhecimento; por outro, admitiu que não deu grande importância, porque - esperemos - terá percebido que não passava de uma encenação do Governo para tentar iludir os partidos da Esquerda, como sempre à custa dos contribuintes.
Os sindicatos, que deveriam ter tido hoje a última reunião negocial com a tutela, voltam a reunir-se com o Ministério da Saúde na véspera da votação final do Orçamento do Estado para 2024.
A ronda negocial contará com a presença do Ministro da Saúde, Manuel Pizarro, e do secretário de Estado da Saúde, Ricardo Mestre, adianta o Ministério da Saúde em comunicado.
O Sindicato Independente dos Médicos (SIM) e a Federação Nacional dos Médicos (Fnam) pretendem retomar de imediato as negociações com a tutela, considerando que o Governo está em plenitude de funções e que não deve empurrar os problemas do Serviço Nacional de Saúde para o próximo executivo.
Manuel Pizarro respondia desta forma a questões levantadas pelo deputado do PSD Rui Cristina no segundo dia do debate parlamentar na generalidade da proposta de Orçamento do Estado para 2024, que culmina hoje com a votação do documento.
Apesar de diferenças profundas e até de alinhamentos internacionais distantes, foi possível um consenso que poderá proporcionar aos BRICS uma viragem na dinâmica de mudança a nível global.
Num mundo caracterizado por incerteza e risco, cabe aos advogados acautelar os interesses dos seus clientes face a circunstâncias que possam vir a ocorrer no futuro mais ou menos próximo.
Convocada pelo Sindicato Independente dos Médicos (SIM), esta greve vai decorrer entre terça e quinta-feira com o objetivo de forçar o Governo a apresentar uma proposta concreta de revisão da grelha salarial, no âmbito das negociações que se iniciaram ainda em 2022, mas que não resultaram num acordo entre as partes.
Da ordem de trabalhos constam apenas a apreciação dos projetos de decreto-lei sobre a vinculação dos docentes do ensino artístico e as habilitações/requisitos dos cursos Pós-Bolonha.
A Secretária de Estado da Administração Pública, Inês Ramires, deu início às negociações suplementares sobre a matéria com a Frente Comum, a Frente Sindical coordenada pelo STE e a FESAP.
O Sindicato Independente dos Médicos (SIM) afirmou que a reunião de hoje com o Governo permitiu “alguns avanços” nas negociações, mas alertou que não abdica da revisão das grelhas salariais, a “pedra angular” nesse processo.
Educadores e professores destas categorias poderão deixar de dar aulas a partir dos 60 anos. A intenção foi apresentada pelo ministro João Costa às organizações sindicais, devendo a proposta concreta estar em cima da mesa na próxima reunião negocial daqui a duas semanas.
Muitos no Ocidente apostaram na derrota militar da Rússia, na expulsão das suas tropas do território ucraniano e na adesão da Ucrânia à NATO. Contudo, a entrega de equipamento militar a Kiev não conseguiu, até agora, que esses objetivos fossem atingidos.
O general norte-americano Mark Milley deu recentemente nota de que as negociações seriam a solução lógica para o conflito ucraniano, salientando que “ambos os lados devem chegar, por eles próprios, a essa conclusão”.