A reacção do mercado foi imediata: o projecto era entendido como interessante, e o seu abandono ditou uma quebra de cerca de 10% na cotação das acções da Galp, mesmo após o anúncio dos resultados.
Num mundo de superpotências, os países médios e pequenos são presas isoladas, e a coligação é o mecanismo pelo qual os não-gigantes deixam de negociar sozinhos com gigantes.
Pela primeira vez em muitos anos, parece existir uma diferença de objetivos entre Washington e Jerusalém. Os EUA procuram estabilidade, Israel segurança. À primeira vista parecem sinónimos. Na prática podem significar coisas completamente diferentes.
No fundo, o eixo decisivo não é apenas militar. É o dólar, e em particular o petrodólar, que constitui a razão mais profunda desta guerra: o controlo das rotas de abastecimento do Golfo e o afastamento do Irão, e do Golfo Pérsico enquanto espaço estratégico, da esfera de influência chinesa.
Vice-presidente norte-americano, JD Vance, já aterrou no Paquistão para as negociações de paz entre os EUA e o Irão. Responsável iraniano avisa que os EUA devem pensar nos seus próprios interesses e não nos israelitas.
Num momento da nossa história em que personagens sinistros como Ventura ganham protagonismo seria importante ter sindicatos e líderes sindicais com força, conhecimento e alguma sabedoria para dar resposta às pulsões antidemocráticas tanto na moda.
O que dizer a propósito das negociações sobre a lei laboral? Quando tudo fica igual, não é prudência, é estagnação. E essa, ao contrário do que se diz, não é uma posição neutra, é uma escolha.
UGT e patrões sublinham que há muito caminho a percorrer até chegar a um acordo, apesar do consenso técnico sobre parentalidade e inteligência artificial anunciado pela ministra do Trabalho. CIP sente melhores condições para dialogar.
Em declarações à televisão estatal o ministro dos negócios Estrangeiros, Abbas Araghchi, afirmou que “diferentes ideias foram apresentadas, e seriamente discutidas. Por fim conseguimos chegar a um acordo geral sobre alguns princípios orientadores. A partir de agora, avançaremos com base nesses princípios e analisaremos o texto de um possível acordo”.
Estas novas discussões, que se realizarão em Miami, na Florida, ocorrem num momento em que uma série de bombardeamentos russos contra as infraestruturas da Ucrânia provocaram cortes de energia e aquecimento no meio do inverno.
No quadro do processo intergovernamental de coordenação das políticas económicas, assistiu-se a uma deriva intergovernamental, em que as regras passaram a ser vistas como revisíveis em função dos Estados-membros que as violavam.
Uma dezena de líderes europeus, incluindo da UE e da NATO, reuniram-se em Berlim para discutir os planos de paz para a Ucrânia com o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, e com enviados dos Estados Unidos.
Em comunicado, o Ministério refere que as reuniões validaram as medidas que o Governo “tem vindo a tomar no sentido de reforçar os apoios à internacionalização e capitalização das empresas”.
Os E3 (Alemanha, França e Reino Unido) estão em contacto com o Irão para agendar novas reuniões esta semana, avança a agência de notícias France Presse, citando fonte diplomática alemã.
O chefe de Estado norte-americano rejeitou que o encontro tenha em vista a assinatura de um acordo que mantenha o cessar-fogo com Telavive: "Podemos ou não assinar um acordo, não sei".
Questionado pela Lusa sobre o ponto de situação da paralisação marcada para hoje, o presidente do Sindicato Nacional dos Trabalhadores dos Serviços e de Entidades com Fins Públicos (STTS), Mário Rui, referiu que, "neste momento, a indicação é de 90% a nível nacional".
Que saídas para esta guerra económica? Na Ásia, a comunicação social fala na recomposição de novas alianças: Coreia do Sul, Japão e China em aproximação para responder a Trump. O que se seguirá?
Neste contexto, todas as economias mundiais têm uma forte ligação umbilical à China neste domínio e, concordemos, a China tem em suas mãos um grande trunfo que certamente vai/está a utilizar em sua causa.
Luís Montenegro deixou estas advertências após ter dado posse a José Manuel Moura no cargo de presidente da Autoridade Nacional de Emergência Proteção Civil (ANEPC), tendo ao seu lado a ministra da Administração Interna, Margarida Blasco.