Poucos países juntam no mesmo território terra, mar, ar, espaço e ciber, e a guerra que se desenha é multidomínio, ao contrário dos centros europeus de ensaio. Portugal distingue-se por esta combinação.
As forças armadas ucranianas não só não conseguiram recuperar terreno como todos os dias recuam, assim o dizem as agências ucranianas Deep State e AMK Mapping. Quem está a ganhar não muda simultaneamente o ministro da Defesa nem o responsável máximo pela campanha militar.
Na discussão na especialidade da proposta de Orçamento do Estado para 2026, Nuno Melo começou por afirmar, na sua intervenção inicial, que Portugal “vai atingir os 2% do Produto Interno Bruto (PIB) já este ano, mobilizado através do Orçamento do Estado, do Programa de Recuperação e Resiliência (PRR) e do SAFE”, programa europeu de empréstimos neste setor.
“O ministro da Defesa fez afirmações infundadas. Foi precisamente o governo anterior [do PS] que procedeu à resolução do Conselho de Ministros para aquisição dos meios aéreos até 2029, nomeadamente os novos ‘Canadair’”, afirmou José Luís Carneiro, em declarações aos jornalistas antes de um encontro com jovens no centro de Paredes de Coura, no distrito de Viana do Castelo.
“Estamos, neste momento, a promover alterações legislativas que permitirão que esses militares em regime contrário tenham, no futuro, as oportunidades que os militares que aqui estão já têm. Porque são todos militares, são todos militares aos olhos da lei e todos têm que ter a ajuda do Estado”, sustentou Nuno Melo, que discursava no Centro de Apoio Social do IASFA - Instituto de Ação Social das Forças Armadas, em Lisboa.
Portugal e Espanha "partilham plenamente a defesa do multilateralismo na resolução dos conflitos, dentro de um sistema integrado da Organização das Nações Unidas e das organizações internacionais regionais", "trabalham por uma ordem internacional baseada no Direito Internacional" e "reafirmam o seu apoio ao secretário-geral das Nações Unidas [António Guterres] e à sua ação na resolução de todos os conflitos", lê-se numa declaração conjunta dos dois países.
“Vou apresentar ao Governo uma proposta para a aquisição de dois ‘kits’ que serão instalados em aeronaves C-130 para combate aos incêndios”, referiu o ministro Nuno Melo, durante uma sessão para a assinatura do protocolo de cooperação para a implementação do “Referencial de Educação para a Segurança, a Defesa e a Paz”, com os 11 municípios da região de Aveiro.
A nova administração é presidida pelo engenheiro Bernardo de Sousa Brás Vilar Soares, e tem como vogal executivo o comodoro Francisco Guilherme Belo de Matos Rebocho Antunes e como vogal não executivo, o capitão de mar e guerra Luís Miguel Pereira Gonçalves.
O presidente do CDS-PP e ministro da Defesa assume que as duas áreas devem ser pensadas em conjunto e no mesmo plano pelo Executivo. "Se há preocupações que são muito legítimas das forças de segurança na PSP e na GNR, há preocupações muito legítimas no que tem a ver com as Forças Armadas", refere.
Não falta no mundo quem se esqueça que a paz faz-se com os inimigos. Mas é inegável que, se queremos evitar a guerra, temos de nos preparar para ela, como reza o adágio latino.
Contratos de aquisição superiores a 750 mil euros estão sujeitos a aviso prévio e acima dos 950 mil não podem produzir efeitos antes do visto do Tribunal de Contas.