Identificar novas oportunidades de negócio nos setores dos equipamentos para hotelaria e restauração e das tecnologias de processamento alimentar é a estratégia subjacente à missão.
Esta onda de ataques norte-americanos, a terceira em pouco mais de uma semana, teve como alvo a cidade de Goruk e a ilha de Qeshm, perto do estreito de Ormuz, informou o Comando Central do exército dos EUA (Centcom, na sigla em inglês), no domingo, na rede social X.
O porta-voz militar árabe Avichay Adraee nomeou as 10 localidades, maioritariamente na região de Nabatieh, afirmando que o exército israelita estava "obrigado a agir com força" contra o Hezbollah "devido a violações do acordo do cessar-fogo".
"Hoje aprovei os planos para a continuação dos combates no norte [de Israel], estamos determinados a intensificar o golpe contra o Hezbollah em todos os seus sistemas terroristas", declarou o chefe do Estado-Maior de Israel, Eyal Zamir, durante uma avaliação da situação no quartel-general de uma brigada blindada das Forças Armadas.
Durante uma chamada telefónica, realizada no sábado à noite, o Presidente norte-americano “deixou claro que se manteria firme nas negociações quanto à sua exigência de longa data de desmantelamento do programa nuclear iraniano e de retirada de todo o urânio enriquecido do território iraniano”, afirmou hoje uma fonte israelita que pediu para não ser identificada.
A organização internacional promete rever em baixa previsões para a economia mundial. Em março, pouco depois dos primeiros ataques ao Irão, a organização manteve os valores globais, embora tenha reduzido as perspetivas de crescimento da zona Euro em quatro décimas.
Nesta guerra que também é de palavras, Teerão diz que Washington respondeu à proposta anterior, apesar de a ter recusado publicamente. Esta terça-feira, Trump reúne com o seu gabinete de segurança e a ameaça do regresso dos ataques militares faz parte da agenda.
A forte probabilidade de o conflito no Médio Oriente não ter resolução em breve agrava as perspetivas da economia global, sobretudo dados os efeitos da subida do barril de petróleo e subsequentes tensões no mercado obrigacionista.
Este impacto contudo é inferior os 35 mil milhões de dólares (30 mil milhões de euros) reportados pelas empresas, no ano passado, devido às tarifas, revela análise da Reuters.
Com a cimeira China-EUA a deixar tudo na mesma no que diz respeito ao Médio Oriente e os esforços de paz em ‘stand by’, Teerão atacou desta vez as imediações de um complexo nuclear dos Emirados. A AIEA pede contenção.
Esta posição foi assumida na intervenção de abertura do debate desta manhã em plenário, agendado pelo PCP, sobre soberania nacional e defesa da paz, depois de o secretário-geral comunista, Paulo Raimundo, ter defendido que Portugal deve “romper com o coro da loucura da guerra” e que o país não é “um apêndice dos EUA e da NATO, mesmo que o governo e Marco Rubio achem outra coisa”.
A vista começa esta quarta-feira, mas a agenda económica não é tudo: o presidente norte-americano precisa da ajuda do seu homólogo Xi Jinping para fechar a aventura militar no Médio Oriente antes que o caos tome conta de tudo.
Presidente regista "bom progresso" nas conversações com o Irão. Casa Branca declarou fim da operação "Fúria Épica", que deu origem aos ataques contra o Irão. Teerão quer um acordo de paz "justo e alargado".
Companhia alemã manteve inalterada a previsão de lucros para este ano, na casa dos 2 mil milhões, esperando vender mais viagens, apesar do aumento do custo com o combustível.
De acordo com o “The Guardian”, Trump vai analisar a proposta iraniana, mas já demonstrou algum ceticismo e questionou a possibilidade de um avanço diplomático.
Emirados Árabes fartaram-se dos sauditas e abandonaram o cartel. Estão apostados em produzir mais petróleo para conseguir mais dinheiro. A guerra continua a mudar a região e o mundo.
Beyond Vision vai ajudar emergências dos EUA a salvar vidas. Já está a trabalhar para neutralizar drones iranianos e russos no Médio Oriente e na Ucrânia. E critica burocracia nacional.
Segundo a organização não-governamental (ONG) de defesa dos direitos humanos, Portugal, por sua vez, tem “a responsabilidade e o dever moral de contribuir para o fim deste conflito”, pelo que “deve cessar urgentemente qualquer apoio militar aos Estados Unidos que possa tornar possíveis quaisquer violações do direito internacional”.
Com o país produzir a maioria do combustível para aviões, a Galp está a reforçar os stocks de jet fuel e rejeita alarmismos: "não há sinal de alarme em Portugal".