Identificar novas oportunidades de negócio nos setores dos equipamentos para hotelaria e restauração e das tecnologias de processamento alimentar é a estratégia subjacente à missão.
O primeiro sinal de alarme deu-se ainda na quinta-feira: JD Vance não viajou para a Suíça. Horas depois, as negociações eram canceladas. Os analistas convergem nas razões: Israel continua a bombardear o Líbano.
Com a queda das reservas, o choque nos preços do petróleo na Europa pode em breve transformar-se numa crise de volume – um cenário para o qual os países precisam de estar preparados. E essa preparação passa pelo bloqueio ao aumento do consumo – ou seja, pela manutenção dos preços elevados.
Analistas do Goldman Sachs estão otimistas sobre a retoma de exportações, mas só as negociações correrem bem. Apesar do conflito, 11 milhões de barris saem diariamente do Golfo Pérsico. Mais de 100 petroleiros retidos no estreito de Ormuz vão fazer chegar rapidamente petróleo aos mercados internacionais, mesmo antes de a produção ser retomada. Qatar prevê retomar 80% da sua produção de gás em dois meses.
O extremista ministro da Segurança Nacional de Israel deixou claro que o seu país não se vê obrigado a qualquer cedência. Entretanto, o presidente de França, Emmanuel Macron, recorda que a missão internacional para reabrir Ormuz está pronta, mas uma fonte iraniana assegura que os EUA concordam em atribuir ao Irão e a Omã a gestão do estreito. Entretanto, o petróleo está em ‘saldo’.
Os dois países terão chegado a um acordo informal para estender o cessar-fogo e reabrir o Estreito de Ormuz. Entretanto, Israel ameaça atacar o Líbano, se o Irão exercer qualquer represália por causa dos combates do fim-de-semana.
Assinatura continua a estar prevista para muito em breve, mas a continuação dos ataques de Israel ao Líbano impediram-na – e já todas as chancelarias perceberam que Israel faz tudo para que o acordo não aconteça.
A força aérea norte-americana deslocou quatro aviões para Genebra, Suíça, onde é esperado que o acordo entre o Irão e os Estados Unidos seja assinado. O próximo fim-de-semana é apontado como data de referência.
Ataques iranianos contra os vizinhos têm aumentado o interesse dos países do Golfo Pérsico em mais soluções de proteção e os drones portugueses têm provas dadas na guerra na Ucrânia.
“Acham que podem tornar o sagrado estreito de Ormuz num lugar inseguro? Vamos converter toda a região num inferno para vocês”, declarou Majid Mousavi, em resposta à “agressão norte-americana”, informou a televisão estatal Press TV.
Farto de esperar por uma resposta do Irão, acossado por aquele que pretende ser o seu melhor aliado, Benjamin Netanyahu, e pressionado pelo abate de um helicóptero norte-americano, o presidente dos EUA prometeu novos ataques para os próximos dias.
A ameaça surge horas de ser noticiado que um helicóptero Apache dos EUA tinha sido abatido enquanto patrulhava o estreito de Ormuz. O anúncio foi feito pelo próprio presidente dos EUA, que retaliou com novos ataques sobre solo iraniano às 17:00 de terça-feira em Washington.
A marcar o dia estão as mais recentes declarações de Donald Trump dirigidas ao Irão, com o presidente dos EUA a afirmar nas redes sociais que Teerão "vai pagar o preço" por ter demorado "muito tempo a negociar um acordo", numa altura em que as conversações estão num impasse.
O índice de preços no consumidor terá atingido o nível mais elevado desde abril de 2023, impulsionado pelos custos da energia, que aumentaram 23,5% em maio.
Numa mensagem divulgada nas redes sociais, António Costa refere que falou hoje ao telefone com o príncipe herdeiro do Kuwait, Sabah Khalid Al Hamad Al-Sabah, a quem manifestou “a total solidariedade da Europa após os recentes ataques do Irão e dos seus grupos aliados [‘proxies’]”.
O porta-voz do ministério dos Negócios Estrangeiros chinês Lin Jian manifestou, em conferência de imprensa, a “profunda preocupação” de Pequim com a situação e apelou a todas as partes envolvidas para que adotem “medidas concretas” destinadas a reduzir as tensões.
Os ataques do Irão a Israel e a resposta do Estado hebraico estão a aumentar a pressão regional. O presidente dos Estados Unidos exige que os ataques parem, mas aparentemente ninguém o ouve, nem em Teerão nem em Telavive.
Irão e Líbano continuaram ao longo do fim-de-semana a ser duas frentes ativas de guerra. Declarações sobre as negociações de paz entraram em período de defeso: apenas o Paquistão continua a envidar esforços para manter o assunto vivo.
Reformar o Estado não é apará-lo nas margens, é reconcebê-lo para um mundo em que o capital humano é escasso, móvel e caro. Quem reduz isto a um exercício de eficiência administrativa não compreendeu o problema.