Identificar novas oportunidades de negócio nos setores dos equipamentos para hotelaria e restauração e das tecnologias de processamento alimentar é a estratégia subjacente à missão.
Acordo assinado entre Árabia Saudita, Turquia e Paquistão – criticado por Teerão e tolerado por Washington – pode vir a ter novas adesões. É essa, pelo menos a promessa dos signatários. Entretanto, Israel, como era de prever, recusa o acordo para Gaza.
A demora está a deixar o setor do petróleo nervoso: depois de ter passado a semana estável, o preço do brent aumentou 4%. Entretanto, o fracasso do plano israelita para remover a teocracia de Teerão está a deixar marcas na Mossad.
Os dois Estados do Golfo afirmam que chegaram a um acordo, mas o documento final ainda está a ser negociado. Os pormenores são, portanto, desconhecidos, mas o acordo bilateral resolve apenas aspetos técnicos e geográficos, não anulando o conflito militar e geopolítico de fundo.
A vida do presidente dos Estados Unidos não é fácil: foi mais uma vez desmentido pelo Irão relativamente a eventuais negociações e o seu projeto de paz para Gaza está a merecer a previsível oposição da extrema-direita do governo de Netanyahu.
Os tecnocratas do Comité Nacional para a Administração de Gaza (CNAG) declararam-se prontos para começar a agir o mais rapidamente possível para estabilizar a situação política no enclave.
O republicano descreveu este passo como histórico rumo à criação de um novo Governo palestiniano no enclave. Donald Trump adiantou através da sua rede social, Truth Social, que "o acordo será implementado em fases cuidadosamente estruturadas" e que, uma vez concluído o desarmamento, "as forças israelitas retirarão".
Um porto mediterrânico de carregamento de gás natural no Egipto foi alvo de explosões. A empresa de segurança marítima Ambrey informou que o navio é de propriedade norte-americana. A proveniência ou propriedade do drone era desconhecida.
Com a premissa de uma retoma dos ataques no Médio Oriente, o barril de Brent já subiu mais de 6%, e volta agora a ser negociado nos 87 dólares, depois de ter chegado aos 81 dólares na sessão de terça-feira. Já o texano WTI também regista subidas, de quase 7%, para os 84 dólares.
Na agenda estava a guerra no Médio Oriente, de que Israel se mantém retirado desde que os Estados Unidos impuseram um cessar-fogo. Com o reinício do conflito, há duas semanas, Israel não voltou a atacar o Irão. Donald Trump também reuniu com o presidente Volodymyr Zelensky.
O petróleo já passou a barreira dos 100 dólares, a Arábia Saudita define o seu próprio programa nuclear e os iranianos querem que os houthis usem as modernas armas que para lá transferiu para atacarem no Mar Vermelho. A única incógnita é saber-se o que fará Israel para o ‘círculo de feras’ se fechar.
A subordinação da verdade a interesses político-ideológicos é a circunstância que compromete a confiança nas instituições e descredibiliza o debate democrático.
Ameaça deu-se em retaliação aos ataques iranianos no Estreito de Ormuz. E a possibilidade de um ataque terrestre ensombra ainda mais qualquer evidência de que pode haver um acordo entre os dois países.
A morte de dois militares norte-americanos na Jordânia afastou ainda mais o Irão dos Estados Unidos. O memorando de entendimento está esquecido e o próximo passo pode ser o regresso de Israel ao cenário de guerra.
Quando o Mar Vermelho e o Suez estão fechados, o mundo assemelha-se perigosamente ao tempo das caravelas. Se a isso se acrescentar o encerramento do Estreito de Ormuz, o desastre passa a ser iminente.
A administração americana tem todo o interesse em pôr fim ao conflito no Médio Oriente, já que os americanos votam com a carteira e uma gasolina mais cara pode penalizar as 'midterms' de novembro.
Os Estados Unidos retomaram os ataques diurnos contra o Irão e o Estreito de Ormuz está praticamente intransitável. Teerão continua a queixar-se de que os norte-americanos não respeitaram os termos do memorando e asseguram que responderão à altura. Nada de novo, portanto.
Com o petróleo brent a aumentar para valores próximos dos 90 dólares, o presidente dos Estados Unidos vai fazendo o que alguns dizem ser ‘experiências’: num dia, portagens de 20%, no dia seguinte negócios nos Estados Unidos.