Identificar novas oportunidades de negócio nos setores dos equipamentos para hotelaria e restauração e das tecnologias de processamento alimentar é a estratégia subjacente à missão.
O ministro da Defesa israelita, Israel Katz, disse na quarta-feira que o governo está "organizado e pronto para retirar a população de Gaza por mar, por ar e por todos os meios possíveis", mas sob a condição de que os Estados Unidos o aprovem.
O chefe de Estado libanês, Joseph Aoun, afirmou que os bombardeamentos "vão além" das repetidas violações do acordo de cessar-fogo e do acordo-quadro assinado em junho, referindo que desta vez os alvos foram instituições e instalações estatais destinadas a satisfazer as necessidades da população.
Num comunicado divulgado nas redes sociais, as Forças de Defesa de Israel (FDI) afirmaram que "hoje, terroristas da organização Hezbollah lançaram dois drones contra soldados das FDI que operavam na zona de segurança no sul do Líbano".
Seis meses depois, uma das principais conclusões para os investidores é, contudo, surpreendente: o impacto sobre a economia mundial foi significativo, mas bastante inferior ao que os mercados inicialmente temeram. Leia aqui a análise da corretora XTB.
O Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica do Irão afirmou, em vários comunicados publicados por agências de notícias iranianas, que disparou drones e mísseis contra instalações militares dos Estados Unidos (EUA) na Jordânia, no Bahrein, no Kuwait e no Iraque.
"As forças norte-americanas atacaram alvos do Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC), incluindo instalações de defesa aérea, sistemas de radar, ativos e instalações marítimas, capacidades de lançamento de minas e locais de comunicação", refere o CENTCOM em comunicado sobre os ataques de terça-feira 1 de setembro.
O novo ministro dos Negócios Estrangeiros britânico, Ed Miliband, declarou que Londres tomará nas próximas semanas “medidas” em relação aos colonatos israelitas na Cisjordânia ocupada, depois de condenar os “atos de terrorismo” cometidos por colonos contra a comunidade palestiniana.
TAP registou recorde de passageiros e de receitas no primeiro semestre, mas preço do combustível penalizou contas, com prejuízos nos 99 milhões, durante o processo de privatização.
Os ataques tiveram como alvo instalações técnicas e de manutenção, bem como aviões norte-americanos posicionados em duas bases na Jordânia, precisou a Guarda Revolucionária num comunicado citado pelos meios de comunicação social estatais iranianos.
De acordo com a emissora síria Al Ikhbariya, uma caravana de seis veículos das Forças de Defesa de Israel (IDF, na sigla em inglês) partiu de uma base na zona montanhosa de Tel al-Ahmar, em Quneitra, local frequente de operações e patrulhas israelitas.
Em teoria, é o mesmo estratagema usado pelo Irão quando decidiu atacar os países do Golfo que mantêm relações amistosas com os Estados Unidos. O problema é que a nova investida do presidente norte-americano pode trazer a China para o centro do conflito.
Desde que Bashar al-Assad foi expulso da Síria, que a Turquia tem assumido uma posição de destaque no país, auxiliando o novo regime económica e militarmente. Foi o bastante para os sinais de alarme começarem a tocar no gabinete de Netanyahu, que esta semana decidiu uma punição sob a forma de ataques aéreos
O período inicial de 60 dias previsto no memorando de entendimento para as negociações de um acordo de paz mais abrangente entre os Estados Unidos e o Irão terminou a 17 de agosto de 2026. Os dois lados prometem endurecer as suas posições.
O maior perigo para os Estados Unidos não é que a China simplesmente os substitua. É que aliados, parceiros e adversários concluam simultaneamente que depender de Washington passou a ser um risco.
Percebendo as fragilidades do presidente dos Estados Unidos, o regime de Teerão colocou em cima da mesa as condições para a reabertura do Estreito de Ormuz. Mas o presidente dos Estados Unidos já disse que não as aceita. O preço do petróleo fechou em alta.
Israel pode e deve ser criticado. Netanyahu pode e deve responder politicamente pelas suas decisões. Os palestinianos têm o direito de não ser confundidos com o Hamas. Mas os israelitas têm exatamente o mesmo direito de não serem confundidos com Netanyahu, onde quer que vivam.