A autoridade estatística antecipa uma desaceleração mais forte do PIB, retirando cinco décimas ao crescimento económico esperado face a dezembro, e uma subida maior dos preços. Guerra no Irão é a grande responsável, mas tempestades também contribuíram. Cenário não é pior por causa do mercado de trabalho, do PRR e da "política orçamental expansionista". Este cenário assume que a guerra não vai ser prolongada.
Há cada vez mais avisos sobre a estagflação, uma mistura de preços altos e fraco desempenho económico que marcou a década de 70. As eleições intercalares americanas são um elemento-chave para a crise, diz economista, porque o preço dos combustíveis é uma questão sensível.
A Reserva Federal dos Estados Unidos (Fed) vai ter uma reunião esta terça e quarta-feira num contexto de incerteza no Médio Oriente. Palavra de ordem: cautela, segundo a AllianzGI.
O Instituto Nacional de Estatística divulga números da inflação em fevereiro e o IGCP realiza dois leilões de Obrigações do Tesouro (OT), a cerca de sete e nove anos, com um montante indicativo global até 1.500 milhões de euros.
O Índice de Preços no Consumidor (IPC) de fevereiro do INE indica que Moçambique "registou um aumento de preços na ordem de 0,68%", face a janeiro (1,26%), novamente influenciado pelo setor da alimentação e bebidas não alcoólicas, ao contribuir no total da variação mensal com 0,37 pontos percentuais positivos.
O representante dos metalúrgicos e vice-presidente da CIP está apreensivo, embora acredite que a guerra dos EUA e de Israel contra o Irão possa “não durar muito”.
Ao longo desta semana, os mercados acionistas reagiram ao conflito no Médio Oriente, mas também a uma reavaliação do risco no setor tecnológico, sobretudo no segmento de software, que tinha sido fortemente penalizado nos últimos meses.
De acordo com a estimativa rápida do serviço europeu de estatísticas, entre as principais componentes da inflação anual na área do euro, a dos serviços deverá ser aquela em que os preços mais sobem em fevereiro: 3,4%, face aos 3,2% de janeiro, seguindo-se alimentação, álcool e tabaco (2,6%, estável na variação mensal) e bens industriais não energéticos (0,7%, contra os 0,4% de janeiro).
O BCV decidiu “manter a taxa diretora, a facilidade permanente de cedência e a absorção de liquidez nos 2,5%, 2,75% e 2,25%, respetivamente”, indicou em comunicado, após a reunião de quinta-feira do conselho de administração.
A possibilidade de controlo da inflação está a esgotar-se na Argentina. Mas, em mais um esforço de poupança, o presidente quer fazer aprovar novas leis do trabalho hiper liberais.
O estudo da Fed de Nova Iorque estima que 90% do impacto das tarifas está a ser imputado às empresas e consumidores norte-americanos e é este o principal motivo para a inflação acima do objetivo em 2025, contrariando declarações recentes de governadores leais a Trump.
De acordo com o boletim publicado esta terça-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o acumulado em 12 meses ficou nos 4,44%, dentro da meta para a inflação apurada mês a mês fixada pelo Banco Central, isto considerando o intervalo de tolerância permitido.
Atualização mais recente do Índice de Preços no Consumidor Nacional do Instituto Nacional de Estatística angolano vem confirmar a tendência consistente de queda dos preços. No ano passado, a inflação desacelerou para 15,70%.
Num contexto de maior incerteza económica depois da subida da inflação em dezembro, o Comité de Política Monetária da entidade decidiu por cinco votos contra quatro manter as taxas, que revela uma maioria apertada favorável à cautela.
De acordo com a estimativa do serviço de estatística da União Europeia, no que diz respeito às principais componentes da inflação na zona euro, os serviços deverão registar a taxa anual mais elevada em janeiro (3,2%, contra 3,4% em dezembro de 2025), seguidos dos produtos alimentares, álcool e tabaco (2,7%, em comparação com 2,5%), bens industriais excluindo energia (0,4%, face a 0,3%) e energia (-4,1%, contra -1,9% em dezembro).
A taxa de variação homóloga do Índice de Preços no Consumidor (IPC) estimada para janeiro é inferior em 0,3 pontos percentuais (p.p.) à observada no mês anterior, indica o INE.