A inflação tem sido impulsionada pela subida nos preços dos combustíveis, sendo que a variação do índice relativo aos produtos energéticos aumentou para 17,4% (15,3% no mês anterior).
"O sector dos transportes, particularmente o dos combustíveis, foi o que mais contribuiu para [...] as taxas anuais do IPC, ou inflação", referiu o Gabinete Nacional de Estatística do Reino Unido.
Dívida cai (com ajuda da inflação e PIB), mas juros disparam à boleia do turbilhão dos mercados. Ministro das Finanças rejeita que Portugal esteja em risco de ser alvo da disciplina de Bruxelas, apontando às medidas extraordinárias.
Um grupo de economistas consultados pela agência de notícias France-Presse projetava um crescimento de 4,4% entre o início de julho e o final de setembro, depois dos 4,3% registados no segundo trimestre, o nível mais baixo em mais de três anos.
Os dados desta terça-feira, 13, vieram confirmar as estimativas que o INE tinha apresentado no final de setembro, que previam uma subida do índice de preços no consumidor (IPC) impulsionada pelo “aumento do preço dos combustíveis”.
A economia francesa cresce pouco. Em setembro, o governo gaulês reviu em baixa a previsão de crescimento para 2026, de 0,7% para 0,5%, enquanto o FMI estima um crescimento potencial de 1% no longo prazo.
Num comunicado, a OCDE (Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Económico) informou que a inflação geral aumentou em 23 dos 38 países da organização, manteve-se estável - como os Estados Unidos, em 3,4% - ou praticamente estável em doze e caiu em três (Estónia, Eslováquia e Turquia).
Múltiplos títulos voltaram a quebrar máximos de vários anos esta semana, incluindo os portugueses a 10 anos, que quebraram os 4%, mas os analistas têm algum otimismo quanto à capacidade dos orçamentos nacionais absorverem possíveis escaladas nos custos de financiamento.
"Analisando as principais componentes da inflação na zona euro, prevê-se que a energia registe a taxa anual mais elevada em setembro (18,8%, contra 14,3% em agosto), seguida pelos serviços (3,2%, contra 3,0% em agosto), alimentação, bebidas alcoólicas e tabaco (1,4%, contra 1,1% em agosto) e bens industriais não energéticos (1,1%, contra 1,2% em agosto)", referiu o Eurostat.
O homem atrás do balcão pode não conhecer o saldo estrutural nem o PIB potencial. Mas sabe quanto custava um quilo de carne há três anos. E vê, todos os dias, a cara e a carteira de quem entra pela porta.
A energia voltou a ter um contributo relevante para a inflação alemã. Em setembro acelerou 14,9% um ritmo superior aos 10,5% de agosto. Já a inflação subjacente, que exclui a energia e os alimentos, ficou em 2,4%, em setembro, mantendo o mesmo nível de agosto.
O aumento dos preços da energia será impulsionado pela subida dos preços das matérias-primas energéticas e por um aumento mais acentuado das tarifas dos combustíveis refinados para transporte em comparação com os do petróleo, diz o BCE no último boletim económico, publicado esta quinta-feira 24 de setembro.