Em jogo estão todos os 435 lugares na Câmara dos Representantes, 35 dos 100 postos no Senado (a câmara alta do Congresso) e 36 estados elegem o governador.
O secretário-geral do PS acusou o Governo de manobras nas leis da nacionalidade e de estrangeiros para desviar a atenção das pessoas daquilo que deveriam ser as prioridades do país.
O encontro de cortesia rapidamente cresceu para um encontro de trabalho, que tocou em temas de "capital importância" para os são-tomenses, sublinhou o deputado são-tomense Jozino Veiga. Paulo Núncio esteve na reunião desta manhã na Assembleia Nacional de São Tomé e Príncipe.
O CM adianta esta quinta-feira, citando a Polícia Judiciária, que o esquema fraudulento foi 'porta de entrada' de 60 imigrantes na Europa. Cabecilhas serão todos portugueses.
"Os suspeitos delinearam e concretizaram um plano criminoso, através das redes sociais, com o intuito de promover a regularização fraudulenta de cidadãos estrangeiros", refere a Polícia Judiciária (PJ). A operação decorreu sobretudo na Grande Lisboa, envolveu cerca 300 elementos da PJ, "tendo sido cumpridos 57 mandados de busca e apreensão".
Pompa e circunstância para indicar que o Canal da Mancha continua a unir a União Europeia e o Reino Unido. Para limitar a ‘festa’, a imigração e a Ucrânia estão no topo da agenda.
"De facto é uma realidade, em muitas turmas existem mais alunos estrangeiros dos que portugueses. Agora, citar o nome das crianças eu acho que é errado. É criar uma aversão aos estrangeiros, usando crianças", disse o presidente da Andaep.
André Ventura falava aos jornalistas no final de uma reunião com Luís Montenegro na residência oficial de São Bento, que durou pouco mais de meia hora.
Na conferência de imprensa após a reunião do Conselho de Ministros, António Leitão Amaro foi questionado se o Governo privilegia o Chega nestas matérias, depois de o PSD ter recusado a sugestão do PS para que os diplomas baixassem à discussão na especialidade sem votação na generalidade, marcada para sexta-feira.
Segundo o secretário-geral do PS, “há matérias mais sensíveis, há matérias menos sensíveis” e os socialistas consideram que “é possível aperfeiçoar determinadas matérias” nos diplomas do executivo sobre nacionalidade e estrangeiros, para regular a imigração, que vão a debate no parlamento na sexta-feira.
Falando aos jornalistas à margem da sessão comemorativa dos 40 anos da União das Cidades Capitais de Língua Portuguesa, que ontem se assinalaram em Lisboa, o Presidente da República observou que a imigração, além da naturalização de cidadãos estrangeiros em Portugal, surge como uma prioridade para o Governo e para a oposição, embora com “perspetivas opostas” dentro de si.
“Eu sempre defendi em política que o fundamental é resolver os problemas das pessoas. Não é o Chega, certamente, que vai agora impedir ou criar entraves a coisas que têm de ser resolvidas já”, afirmou André Ventura.
Estas posições sobre as medidas aprovadas na segunda-feira em Conselho de Ministros foram assumidas pelo líder parlamentar interino do PS, Pedro Delgado Alves, em que procurou salientar a abertura dos socialistas para o diálogo e em que disse esperar que o executivo PSD/CDS não avance com as alterações “de forma súbita”.
No briefing do Conselho de Ministros, o ministro da Presidência, António Leitão Amaro, afirmou que será apresentada uma proposta de alterações à lei da nacionalidade, reforçando a “exigência de ligação efetiva, de pertença à comunidade nacional”.
Em declarações aos jornalistas, André Ventura também revelou que vai recorrer da decisão tomada pelo presidente da Assembleia da República, José Pedro Aguiar-Branco, de recusar a admissibilidade de um projeto de lei do Chega sobre alterações à lei da nacionalidade por dúvidas sobre a sua conformidade com a Constituição da República.
António Leitão Amaro disse aos jornalistas, no 'briefing' da reunião do Conselho de Ministros, que a revisão da lei da nacionalidade "constará do programa do Governo" que está a ser ultimado e será remetido ao parlamento no sábado.
Nova Iorque, Filadélfia e São Francisco foram algumas das cidades que se juntaram a Los Angeles - onde entretanto já chegaram os fuzileiros, que o governador da Califórnia não quer na cidade.
“Eles não deviam ter entrado. E agora entram, vêm as famílias e, portanto, podemos passar – só para que as pessoas tenham esta noção – de um milhão e meio para dois milhões de imigrantes em poucos meses. Isto é insustentável”, alegou André Ventura esta segunda-feira.
Três dias de protestos levaram a administração da Casa Branca a chamar a Guarda Nacional e a ameaçar a convocação dos fuzileiros para controlar uma cidade (um Estado, a Califórnia) onde os democratas imperam.