Não existe projeto estratégico para Portugal que não seja produzido em Bruxelas. E, pior ainda, não existe ambição de ter peso real dentro da União Europeia.
Em “democracia não há espaços vazios”. Daí que muitos movimentos, tornados partidos e com representação parlamentar, sejam os herdeiros quase naturais de uma desestruturação do sistema.
Qualquer tentativa de formulação de uma identidade nacional única baseada na exclusão étnica poderá gerar um 'trade-off' e consequências políticas, sobretudo, numa sociedade multiétnica.
O roubo de identidade não é considerado um crime por si próprio, sendo que, por norma, está associado a outro tipo de ações criminosas, tais como: phishing, burlas, acesso a comunicações, entre outras….
A “nova história” da Ucrânia começou a ser desenvolvida no período pós-independência, assumindo contornos muitos especiais a partir do golpe de estado de 2014.
A sugestão de leitura desta semana, da livraria Palavra de Viajante, propõe-se cruzar passado e presente com alguma polémica. Eis o retrato de um planeta em crise pela lupa de Amitav Ghosh.
Escrevo esta crónica precisamente no dia em que se celebra o centenário do nascimento de Eduardo Lourenço, o pensador e ensaísta português que soube desenvolver um pensamento singular sobre a Europa, como poucos.
Pelas razões invocadas neste artigo, facilmente concluímos que tradição e inovação não são nem um dilema, nem um paradoxo, antes sintetizam o desafio da perpetuação do investimento familiar.
O que vai ditar o que pertence à economia regulada, e o que não, é a lei que irá definir como vão ser tratadas as transacções e a identificação jurídica dos intervenientes.
De 7 a 12 de março, o Cinema São Jorge recebe “Outsiders – Cinema Independente Americano”. Dez longas-metragens dão a conhecer o lado menos comercial da cinematografia norte-americana. Uma iniciativa com a chancela da FLAD.
O artista brasileiro explora os paradoxos da cultura contemporânea através de fotografia, vídeo, escultura e instalação. A sua primeira exposição monográfica em Portugal questiona estereótipos, com acutilância e sem complexos. Para ver até 30 de abril no MAAT, em Lisboa.
Ainda que possa parecer um assunto banal, a forma como consideramos, ou desconsideramos, as tarefas rotineiras, pode ter implicações profundas no nosso modo de vida, nas nossas relações sociais e na nossa identidade.