Um dos mais criativos designers franceses a viver em Portugal descobriu o savoir-faire dos artesãos do gesso. Em “Rostos/Visages”, Sam Baron resgata moldes antigos e dá-lhes asas.
Proposta de orçamento prevê um financiamento expressivo para um setor que está nas ruas a contestar anos de desorçamentação. Mas nem isso parece ser suficiente para tirar a tensão social das ruas.
A credibilidade orçamental, construída com esforço na última década, é o ativo mais barato que um país tem. A França está a descobrir quanto custa recuperá-la.
Com as ruas a 'arder' devido aos cortes nos gastos públicos - que começaram há vários anos - Sébastien Lecornu tenta encontrar forma de fazer passar o Orçamento para 2027. Dificilmente o conseguirá, mas os mercados deram-lhe um dia de 'folga': os juros das yelds a dez anos desceram.
Por sua vez, a a plataforma sindical das organizações estudantis e de alunos do secundário, numa nota enviado à imprensa, reivindicou cerca de 480.000 pessoas em todo o território.
A agência diz que falta progresso para corrigir a trajetória das contas públicas, sobretudo na dívida e défice, pelo que a notação de 'A+' (a mesma que tem Portugal) pode ser cortada em breve.
O eurodeputado Raphaël Glucksmann, de 46 anos, será o candidato da social-democracia às eleições presidenciais de França, previstas para o próximo ano, depois de ter vencido por larga maioria as primárias de hoje.
A extrema-direita e a esquerda radical parecem estar apostadas em demonstrar que o macronismo já não tem cabimento em França. A melhor forma de o fazer é manter as ruas em alvoroço até abril. E, evidentemente, recusar qualquer acordo em torno do Orçamento do Estado para 2027.
A economia francesa cresce pouco. Em setembro, o governo gaulês reviu em baixa a previsão de crescimento para 2026, de 0,7% para 0,5%, enquanto o FMI estima um crescimento potencial de 1% no longo prazo.
O primeiro-ministro de França, Sébastien Lecornu, calcula que a medida reduza de forma automática os preços entre 0,12 e 0,18 euros por litro de gasóleo.
Kristinalina Georgieva teve palavras fortes para Paris, pedindo aos líderes franceses que controlem a trajetória das finanças públicas sob pena de os mercados castigarem ainda mais a má performance orçamental do país. Ainda assim, a situação é menos preocupante do que em 2010.
Num comunicado divulgado na noite de terça-feira 6 de setembro, um porta-voz do Ministério do Comércio chinês afirmou que o gigante asiático "sempre defendeu que a interdependência não é um risco, que a convergência de interesses não é uma ameaça e que a abertura e a cooperação são o caminho certo para o desenvolvimento".
Os juros da dívida francesa a 10 anos fecharam a semana anterior próximos de 5% e, com uma situação política pouco animadora, os mercados não estão otimistas. O euro caiu para mínimos de 17 meses face ao dólar como resultado e ainda deve recuar mais, fazendo soar os alarmes quanto a possíveis contágios a outros Estados-membros, mas Bruxelas e o BCE têm hoje ferramentas para conter crises de mercado que não existiam em 2012.
"Há um risco de sermos gradualmente asfixiados pela subida das taxas de juro", avisou Emmanuel Moulin, em linha com alertas recentes que tem lançado sobre a falta de sustentabilidade das contas públicas da segunda maior economia europeia.
Ao todo, 1.027 instituições de ensino foram afetadas pelos incidentes, incluindo 222 bloqueios de acesso aos estabelecimentos, e 284 polícias e gendarmes (polícia militarizada) ficaram feridos, assim como 65 funcionários da educação e 170 alunos, de acordo com o Ministério da Educação francês.
A loja tem 1.200 metros quadrados e terá serviço de sapateiro para recuperar ténis usados. A marca criada por dois franceses tem uma fábrica no Norte de Portugal para modelos exclusivos.
Esta quinta-feira (1 de outubro), Roland Lescure, ministro da Economia e Finanças, enfrentará a instabilidade política e os números macroeconómicos, que são desastrosos. Nos últimos anos, todos os orçamentos são uma batalha desgastante e o de 2027 não será diferente.
É o nível mais alto registado desde 1946: a dívida atingiu 3.595,5 mil milhões no final de junho, anunciou o INSEE. E os analistas chamam a atenção para o facto de as expectativas serem de aumento constante.