Desde 2010 que “Fausto” não subia ao palco do Scala de Milão. Nesta nova produção, o herói de Goethe, símbolo da liberdade do homem colocado entre o Bem e o Mal, deu lugar a um sonhador que busca o prazer.
A atriz, encenadora e dramaturga Sara Barros Leitão estreia em Braga o monólogo “Nós, Sozinhas”. Parte da história do aborto em Portugal para resgatar vidas e experiências que ficaram nas margens da narrativa histórica.
Quarenta e sete espetáculos num total de quase 300 representações. Eis o cardápio da 80.ª edição do Festival d’Avignon, que decorre nesta cidade francesa de 4 a 25 de julho. No cerne do festival estará o verbo perguntar, porque este sempre foi, e continuará a ser, um espaço de debate.
É já a 6 de junho que esta viagem literária vai percorrer numerosas geografias europeias, como a do multipremiado romance de estreia da finlandesa Iida Turpeinen. Um fenómeno mundial, a que se juntam vozes a descobrir e nomes já firmados, como o Nobel da Literatura 2025, László Krasznahorkai.
Honra seja feita ao PCP, que nesta tragicomédia é quem fica melhor visto: por um lado, admitiu que teve conhecimento; por outro, admitiu que não deu grande importância, porque - esperemos - terá percebido que não passava de uma encenação do Governo para tentar iludir os partidos da Esquerda, como sempre à custa dos contribuintes.
A Mostra de Teatro de Almada dissemina-se por sete palcos do concelho e convoca autores muito diversos para celebrar as artes de palco até dia 30 de novembro.
Lisa Morgenstern, Fernando Pessoa, João Gonzalez, Arthur Miller, João Pedro Rodrigues e Devendra Banhart são apenas alguns dos nomes que trazem diversidade aos caminhos exploratórios do Theatro Circo, em Braga.
As noites de verão trazem, novamente, o teatro às Ruínas do Carmo, em Lisboa, com a estreia do espetáculo "Os gigantes da montanha", do dramaturgo italiano Luigi Pirandello.
Uma peça a quatro mãos tem estreia absoluta a 24 de maio, no Mercado do Rato, em Lisboa. “Este peixe é um robalo” marca o início do Festival Temps d’Images, a decorrer até dia 11 de junho em vários espaços da capital.
Do encontro entre François Chaignaud e Geoffroy Jourdain resultou um surpreendente espetáculo de dança e canto: 13 bailarinos e cantores evocam a impermanência da vida nos dias 10 e 11 de março na Culturgest, em Lisboa.
A 24 e 25 de fevereiro, Guimarães recebe a peça de Edward Albee, onde dois intérpretes surdos dirigidos por Marco Paiva vão provar que a palavra pode igualmente dar lugar a gestos e fazer acontecer teatro.
Em “Os três irmãos” a morte e a perda são omnipresentes. Três irmãos perdem-se e reencontram-se depois da perda dos pais. Um espetáculo poderoso que junta as palavras de Gonçalo M. Tavares e a fisicalidade da performance criada por Victor Hugo Pontes. Em cena em Almada a 25 de fevereiro.
Se a vida é madrasta, como diz o adágio, nesta peça tudo aponta nesse sentido. Dor, incompreensão, maledicência, revolta e raiva moram na aldeia que serve de pano de fundo a esta encenação de Cucha Carvalheiro. Para ver de 1 a 12 de fevereiro no São Luiz, em Lisboa.
Um homem escreveu, outro realizou e outro ainda encenou. Samuel Adamson, Pedro Almodóvar, Daniel Gorjão prestam homenagem ao amor, no seu pulsar no feminino. “Tudo Sobre a Minha Mãe” sobe aos palcos em janeiro, em Lisboa e Porto.
O ator Ivo Canelas regressa ao Estúdio Time Out, em Lisboa, para interpretar um monólogo onde convida o público a participar, abordando, com humor, temas como a depressão, a família, o amor, as crises existenciais. Um evento intimista que não deixa ninguém indiferente.