dívida pública

Coordenador da UTAO rejeita acusação de Medina de “erro muito grave” sobre descida da dívida

Sem comentar as declarações do antigo ministro das Finanças, Rui Baleiras, coordenador da UTAO nega que tenha havido um "erro muito grave" desta entidade na avaliação da descida da dívida pública ao ter sinalizado uma redução "artificial". A crítica a esta entidade foi feita por Fernando Medina que assegurou no Parlamento não ter havido uma utilização de fundos adicionais da Segurança Social na compra da dívida pública, refutando ainda acusações de pressão sobre entidades públicas para entrega de dividendos extraordinários.
Coordenador da UTAO rejeita acusação de Medina de “erro muito grave” sobre descida da dívida

Medina responde hoje no Parlamento sobre ordens a empresas públicas para financiar “operação especial” da dívida

Oposição, da esquerda à direita, e partidos que suportam o Governo pretende esclarecimentos do ex-ministro das Finanças sobre operação "artificial" que UTAO diz ter garantido rácio da dívida de 99,1% no fim do ano passado. Na mira dos partidos está ainda o envolvimento das empresas públicas Águas de Portugal, NAV e Casa da Moeda que contribuíram com entregas extraordinárias de 130 milhões de euros, na estratégia de fixar dívida abaixo dos 100% do PIB. Medina vai ser ainda confrontado pelo PSD com compromisso de aumento de capital por parte do antigo primeiro-ministro para ultrapassar recusa inicial do presidente da AdP na entrega de 100 milhões de euros de dividendos.
Medina responde hoje no Parlamento sobre ordens a empresas públicas para financiar “operação especial” da dívida

João Leão alerta para perigos com a dívida pública: “Podemos correr o risco de começar a inverter a trajetória”

O antigo ministro das Finanças expressa preocupação com o futuro em entrevista à Antena 1 e ao Jornal de Negócios, este domingo. Considerando as medidas previstas no programa do Governo, o cenário macroeconómico otimista e o contexto de tudo o é aprovado pelo Parlamento sem escolha o Governo, há o risco de começar a inverter a atual trajetória de descida da dívida.
Almerinda Romeira5 Mai
João Leão alerta para perigos com a dívida pública: “Podemos correr o risco de começar a inverter a trajetória”