O Museu Kröller-Müller, nos Países Baixos, reúne pela primeira vez, numa única exposição, as 88 pinturas de Van Gogh que integram o seu acervo. Uma exposição arrojada em torno da fé, esperança e amor.
A inovação e o papel social dos museus estão no cerne do prémio Melhor Museu Europeu do Ano. Em 2026, a instituição distinguida fica em em Århus, Dinamarca, e retrata 400 anos de história deste país.
Se a produtividade não aumenta, as empresas não crescem e os níveis de adesão a práticas de mecenato, por maior que seja o benefício fiscal e menor a burocracia, não irão aumentar. E como está tudo ligado, o impacto deste pacote laboral pode, inclusive, inviabilizar algumas boas iniciativas legislativas, como a nova Lei do Mecenato Cultural.
A filosofia pode ser sedutora? Pode. E o Espanto - Festival Internacional de Filosofia regressa a Cascais, de 13 a 28 de junho, para provar isso mesmo. Um bom pretexto para partilhar inquietações e reflexões.
O escultor Frederico Ferreira aka FRED apresenta, até 25 de setembro, no Centro Cultural Camões, no Luxemburgo, um manifesto escultórico que cruza a dureza do imaginário bélico com a delicadeza da cultura portuguesa.
De acordo com a Ministra da Cultura, Margarida Balseiro Lopes, o novo programa de apoio destina-se “a apoiar projetos que utilizem ferramentas tecnológicas para promover o acesso à Cultura, reforçar a mediação cultural, valorizar o património, criar novas experiências culturais, e aproximar diferentes públicos da criação artística”.
Atravessar milhares de quilómetros, cruzar línguas, paisagens, religiões e sensibilidades tão distintas e continuar, apesar de tudo, na Índia. O mais fascinante será essa espessura, a coexistência de mundos.
O talento de Martin Parr está na síntese que cada fotografia faz do seu olhar implacável sobre o mundo e sobre os excessos do ser humano, em particular. E fá-lo de forma acutilante, com muito humor e sentido crítico. Até 24 de maio, o Jeu de Paume, em Paris, rende-se ao olhar do fotógrafo britânico.
Estratégias que se concentram exclusivamente na interdição podem deslocar o problema para plataformas menos seguras ou para métodos mais difíceis de controlar, sem resolver a carência de literacia digital. Restringir sem educar, seria, na minha opinião, inútil.
“Arte & Moda”. Curiosamente, é este o título despojado e certeiro com que a nova exposição da Fundação Gulbenkian se anuncia. Reflete uma tendência que tem vindo a afirmar-se e que, em 2026, se espraia por diversos museus de referência. A moda que não vive sem a Arte, os designers que nela se inspiram, as criações que mostram o que somos enquanto seres culturais.
Cada vez mais países em todo o mundo apostam nos museus como montra de Cultura, testemunho da jornada coletiva da humanidade. Preservam o passado, educam o presente e inspiram o futuro. E existem para ser vividos.
Se a preocupação de Carlos Moedas é sobretudo impor uma nova cultura economicista e de massas, a agenda da extrema-direita é um caso muito mais preocupante e que merece várias reflexões.
“RedSkyFalls”, de Alexandre Estrela, representa Portugal na 61.ª Bienal de Arte de Veneza, que decorre de 9 de maio a 22 de novembro de 2026. Ponto de partida? As fissuras abertas pelas convulsões tectónicas. Irá este 'sismo lusitano' pertubar La Serenissima?
"O relatório Re|Shaping Policies for Creativity da UNESCO, uma referência global há uma década, apela a um apoio renovado e reforçado aos artistas e profissionais da cultura, à medida que a IA e as transformações digitais remodelam as indústrias criativas, oferecendo um plano com mais de 8.100 medidas políticas”, adotadas no âmbito da Convenção de 2005 sobre a Proteção e Promoção da Diversidade das Expressões Culturais."
Muitas vezes, a Cultura ainda é vista como um luxo. Uma perceção que descarta o quão estratégica aquela é para o desenvolvimento do país. Fundações privadas e universidades como a Católica partilharam a sua experiência. A Cultura é uma força motriz. Social e económica.
Arte e espaço público têm na cidade função de agregação social. Mas importa pensá-la. Criticamente e além da teoria. A nova edição “Outdoor Arts Portugal” trilha o caminho das respostas, sugere ações concretas e desafia ideias feitas sobre cultura, cidade e espaço público.
A Metropolitan Opera, em Nova Iorque, apresenta uma nova produção de “Tristão e Isolda”, pela mão de Yuval Sharon, que o New York Times considera “o mais visionário encenador de ópera da sua geração”.
Dois leitores ávidos olharam para o hemisfério sul e transformaram-no no conceito da sua livraria. A Gondwana ainda não tem dois meses de vida, mas já anda nas bocas do mundo. Lisboeta e não só.
O verão português de 2026 terá a sua dose de thriller, humor ácido e provocação com a assinatura do realizador norte-americano Brian De Palma. O casting ainda não é conhecido, mas Portugal é o 'pano de fundo' escolhido pelo cineasta.