Especialista no setor petrolífero defende limites às margens por um período limitado para combater crise energética. Agostinho Pereira de Miranda critica o estudo feito pelo ERSE e defende o alargamento de poderes da regulador sobre o setor da refinação. Deixa também críticas à passagem do controlo da única refinaria portuguesa para mãos espanholas.
Segundo os dados da agência EFE, a partir de informações da companhia estatal Unión Elétrica, até 72% do país pode ficar sem energia elétrica no dia de hoje, nas horas de maior procura, batendo os 71% no primeiro grande ‘apagão’ no país caribenho, na sexta-feira.
Vendas de chips e de tecnologia estão aumentar, dando mais poder de fogo à economia global para fazer frente aos impactos negativos da crise energética.
Agência avisa para os riscos que o mundo corre e deixa elogios a Portugal pela aposta nas energias renováveis que têm ajudado a aligeirar o embate da crise energética.
A subida das taxas de juro não conseguirá debelar a causa da inflação, mas sinaliza uma atitude não acomodatícia por parte dos bancos centrais no que toca às expectativas de inflação geradas nos agentes económicos.
Medidas aprovadas pelo Governo custam 450 milhões aos cofres públicos, mais 550 milhões de impacto de subida da fatura com combustíveis. O choque energético equivale a mais de 0,3% do PIB, até agora.
A energia verde mitigou os preços perante o disparo no gás. Portugal tem dos preços mais baixos na Europa com a guerra. Seguro é crucial para atrair investimento, defendem especialistas.
O conflito com o Irão é ideal para Moscovo recapturar influência regional a partir do setor da energia. Contactos de alto nível com a Liga Árabe tiveram lugar esta semana.
Por 175 votos a favor, 33 contra e 141 abstenções, o governo de Pedro Sãnchez conseguiu apoio parlamentar para o plano de combate à crise energética motivada pela guerra contra o Irão e o encerramento do Estreito de Ormuz. Os extremistas do Vox votaram contra.
Produção e distribuição exigem “pacote coerente e eficaz de medidas que promova condições de concorrência mais equilibradas, reduza custos de contexto e apoie de forma concreta e visível a produção nacional”.
Os economistas alertam: é cada vez mais difícil argumentar que a crise será temporária. E a volatilidade nos mercados está a dificultar a manutenção da calma face à guerra no Médio Oriente.
Será que Paul Krugman tem razão quando diz, face à guerra no Golfo, que o maior problema pode até ser uma grave crise financeira global e, menos, uma crise energética, porque, hoje, o Golfo mudou e é muito mais um centro financeiro, de viagens e turismo...?
“No âmbito do impacto geopolítico, apurou-se em dezembro uma diminuição da receita efetiva de 1.227,4 milhões de euros e um crescimento da despesa efetiva em 1.142,7 milhões de euros”, revelou o documento da Direção-geral do Orçamento (DGO).
Este impacto do choque geopolítico tem em conta medidas do lado da receita e da despesa, sendo que, segundo a contabilização da Direção-Geral do Orçamento (DGO), "apurou-se uma diminuição de 1.133,2 milhões de euros na receita efetiva e um crescimento de 1.055,6 milhões de euros na despesa efetiva".
O presidente recentemente eleito, Masoud Pezeshkian, apelou a que a população baixe os termostatos em dois graus perante a grave crise energética que levou ao encerramento de centrais e das escolas do país. Entretanto, a moeda iraniana voltou a tocar mínimos face ao dólar, retomando o seu lugar como a divisa mais desvalorizada do mundo.
“No âmbito do impacto do choque geopolítico, apurou-se em outubro uma diminuição da receita efetiva em 1.034,2 milhões de euros e um crescimento da despesa efetiva em 1.021,2 milhões de euros”, lê-se na síntese de execução orçamental.
"No âmbito do impacto do choque geopolítico, apurou-se em agosto uma diminuição da receita efetiva em 829,1 milhões de euros e um crescimento da despesa efetiva em 955,4 milhões de euros", refere a síntese da execução orçamental até agosto, hoje publicada.
"No âmbito do impacto do choque geopolítico, apurou-se em julho uma diminuição da receita efetiva em 722,8 milhões de euros e um crescimento da despesa efetiva em 929 milhões de euros", lê-se na síntese da execução orçamental até julho, hoje publicada.
“No âmbito da mitigação do choque geopolítico, apurou-se em maio uma diminuição da receita efetiva em 460,9 milhões de euros e um crescimento da despesa efetiva em 857,8 milhões de euros”, lê-se na síntese de execução orçamental da DGO.