O contexto atual permite identificar oportunidades. A primeira passa pela grande jornada que as empresas portuguesas têm que fazer no sentido da sustentabilidade e regeneração.
Para garantir o sucesso da sucessão e preparação das gerações futuras, e superar o paradoxo da tradição e inovação, é essencial, entre outros, o debate sem preconceitos entre gerações, o planeamento estratégico das empresas e a formação dos futuros líderes.
O primeiro-ministro acrescentou que a União Europeia (UE) também não será economicamente competitiva “se não desenvolver uma política migratória equilibrada e em diálogo com os países de origem e de trânsito”.
Muitas empresas não escalam porque os gestores não sabem ou não querem delegar, por necessidade de controlar ou por não confiar efetivamente nas suas equipas. E quando tiver de delegar numa plataforma digital “inteligente”?
Nenhuma subida das taxas de juro de referência a ser perpetrada pelo Banco Central Europeu será capaz de responder às assimetrias que assolam a zona euro.
Existe um sentimento de aproximação do fim do ciclo face ao desgaste do Governo, o qual potencia um sentimento de necessidade de uma alternativa política – não tenho dúvidas que moderada e com preocupações sociais.
O sector depara-se com a necessidade de responder ao aumento da competitividade do mercado, que trabalha com prazos cada vez mais apertados e onde a confiança é essencial. Para isso, é necessário inovar, dizem líderes.
O vice-presidente do BEI diz esta quinta-feira ao elEconomista.es que para competir em igualdade de condições, nomeadamente com os Estados Unidos, a União Europeia tem de oferecer financiamentos a custos baixos para que o sector privado possa assumir riscos.
Quando se esperava uma ação governativa de desafio, inovação e criatividade, nervos de aço e compreensão social para com todos, o país vive tempos cruéis de incerteza.
Talvez tenha chegado a hora de sermos audazes e descobrirmos novas fórmulas que permitam que se cumpra Portugal. Para que os portugueses possam acreditar mais nas instituições, na justiça, na equidade, na proporcionalidade e no equilíbrio do Estado Social.
O próximo ciclo é uma oportunidade única para alavancar a competitividade da nossa economia e para o fortalecimento do Estado Social. Este é um ciclo que pode transformar a vida dos portugueses.
Portugal melhora sobretudo na Investigação & Desenvolvimento e na Preparação. O podium mundial é liderado pela Suíça, Suécia e Islândia, as três economias mais competitivas em talento a nível mundial entre os 63 países analisados pela escola de negócios IMD.
É difícil não deduzir que se trata apenas de um acordo para “inglês ver”, por assim dizer, em que o Estado não dá o exemplo e em que as empresas a ele não se vincularão certamente.
Acima de tudo, a “espécie Informático” tem de saber comunicar ao serviço da empresa, dado que é uma das bases fundamentais para a garantia da competitividade de uma empresa.
Mais vale actuar de imediato do que deixar à solta uma inflação já cavada, esperando que a guerra termine, com a agravante de, no entretanto, serem alimentadas expectativas inflacionistas mais fortes que se tornarão mais difíceis de controlar.
O contexto atual, em que o custo da energia compromete, decisivamente, a competitividade de inúmeras indústrias, desafia-nos a sair do quadro de respostas tradicionais.
Os principais fornecedores dos recursos de base necessários às transições digital e energética não se encontram na Europa. Aliás, a transição energética não será uma panaceia libertadora de dependências.
O processo de concessões para a exploração da rede de distribuição em baixa tensão, será uma excelente oportunidade para o Estado português dar um passo em frente e antecipar o futuro.