O ministro da Educação, Ciência e Inovação procurou tranquilizar os detratores da reforma, salientando que a experiência acumulada pela FCT e pela ANI na relação com os investigadores e inovadores será transportada para a AI2, mas num novo enquadramento. Nova agência terá financiamento a cinco anos e a execução do contrato-programa será monitorizada, com métricas definidas para o efeito. Conselho de administração prestará contas, apesar da autonomia.