As instituições bancárias que, num quadro de evolução tecnológica imparável, não sabem criar condições de motivação para os seus trabalhadores, acabam por se “auto-mutilar”.
Empresas focadas no futuro dos seus clientes serão por natureza mais estimulantes para os colaboradores do que apenas quando reagem aos movimentos dos concorrentes.
Os problemas com o meio ambiente e com as desigualdades sociais não nos são externos, como se existissem num plano dos outros, que escolhemos ou não dar atenção.
À semelhança de muitos outros setores, o seguro está cada vez mais banalizado, cada vez mais industrializado. Daí a importância de refletir sobre o que pode fazer o mediador.
O desafio de fornecimento de semicondutores e consequente impacto na transformação digital das empresas é um problema, e não é fácil resolver. Mais do que reagir, as empresas devem apostar numa postura de acção e planeamento prévio.
Nas escolas de farmácia, além das cadeiras de farmacologia, farmacoquímica e imunologia, há cada vez mais enfoque em temas ligados ao empreendedorismo e à gestão da farmácia. Mas seria aconselhável ir mais além.