Está fechado o PRR e três meses depois, o excedente está de volta. Na semana em que o táxi disse mais uma vez que não quer ser TVDE, André Ventura prosseguiu a sua batalha contra Luís Neves. Leia aqui a rubrica "Semanário", que está também na edição impressa do JE desta semana.
Esta data não era uma das duas propostas pelo presidente do Parlamento, no despacho que enviou na quinta-feira aos partidos, no qual Aguiar-Branco sugeria que os líderes parlamentares decidissem entre 10 e 17 de setembro.
Esta posição foi transmitida por Luís Montenegro em declarações aos jornalistas, antes de assistir à cerimónia de posse do reeleito Presidente da República Democrática de São Tomé é Príncipe, Carlos Vila Nova.
Esta conclusão consta de um despacho, ao qual a agência Lusa teve acesso, esta quinta-feira 3 de setembro, em que José Pedro Aguiar-Branco assinala “insuficiências na delimitação do objeto e dos fundamentos” inerentes ao inquérito parlamentar requerido pelo Chega, que “não permitem, na sua atual formulação, determinar a constituição obrigatória da comissão”.
“Quero avaliar com os líderes parlamentares a definição da data a partir da qual se devem contar os três dias para efeitos de levar à discussão na Assembleia da República”, afirmou José Pedro Aguiar-Branco, em declarações aos jornalistas nos Açores, uma vez que a moção de censura deu entrada “num período de interrupção dos trabalhos parlamentares”
“Assistimos a mais um episódio de folclore. É certo que Luís Neves tem várias explicações para dar, que o primeiro-ministro tem que se pronunciar, mas também é certo que Luís Neves virá ao parlamento dia 08”, sustentou Isabel Mendes Lopes, em declarações aos jornalistas na Assembleia da República.
O instrumento de fiscalização deu entrada no Parlamento esta quarta-feira, 2 de setembro, "com o objetivo claro de censurar o primeiro-ministro e o Governo pela manutenção" do antigo diretor da Polícia Judiciária (PJ) no cargo.
"Se este padrão ético deixar de existir, se nós não tivermos a resolução desta situação, nós juntar-nos-emos ao apelo que o Presidente da República fez e apresentaremos uma moção de censura na terça-feira, dia 1, no Parlamento", disse Ventura.
O partido liderado por André Ventura pretende "avaliar intervenção de Luís Neves enquanto diretor da Polícia Judiciária". Pedido de Comissão Parlamentar de Inquérito deu entrada esta quarta-feira.
Esta posição foi assumida pelo líder parlamentar socialista, Eurico Brilhante Dias, em conferência de imprensa, após ser confrontado com a intenção do Chega de avançar com uma comissão parlamentar de inquérito sobre os mandatos do atual ministro da Administração Interna enquanto diretor nacional da Polícia Judiciária (PJ).
André Ventura vincou que esta não é uma comissão parlamentar de inquérito à Polícia Judiciária mas sim ao mandato de Luís Neves como responsável máximo da PJ.
O líder do Chega adverte em carta o primeiro-ministro, dizendo que a permanência em funções do ministro da Administração Interna "afeta muito negativamente a imagem do Governo e arrastá-lo-á irremediavelmente para a cumplicidade criminosa, pressão sobre as instituições de investigação criminal e perda de autoridade institucional”.
"Mais do que demissão ou saída queremos é que resolva os problemas", disse André Ventura ao ministro da Educação, Fernando Alexandre, durante um debate de urgência, convocado pelo PCP, sobre os exames nacionais.
Queixa da IL surgiu na sequência da divulgação nas redes sociais de um vídeo protagonizado por André Ventura, gravado no interior das instalações da Assembleia da República.
O Chega apresentou esta quarta-feira um projeto de resolução no Parlamento em que recomenda ao Governo que promova a mobilização da comunidade internacional em defesa da liberdade de navegação no Estreito de Ormuz, defendendo uma posição firme de Portugal contra qualquer tentativa do Irão de impor restrições ou portagens à passagem de navios comerciais naquela rota estratégica.