Se a social-democracia procurava aliar crescimento e desigualdade, o neoliberalismo largou o lastro e fez a escolha de se descomprometer com a contenção da desigualdade em favor do crescimento.
Críticos dizem que há um “ataque” ao mercado livre e que o país marcha rumo a um “capitalismo de Estado à USA”. Medidas são comparadas às tomadas pelo Partido Comunista Chinês.
Com as novas tecnologias de informação e agora com a Inteligência Artificial, a velocidade de circulação da desinformação quase não encontra limitações tecnológicas. Uma questão-chave para o ano em curso, rico na ida às urnas.
Uma grande parte dos utilizadores, mais ou menos consciente dessas práticas, continua a clicar em todos os consentimentos, a participar nas redes sociais e a aderir alegremente às inovações que vão surgindo.
O escritor argentino Hernán Diaz vence o Prémio Pulitzer de ficção com “Confiança”, um romance sobre amor e poder, com os EUA em pano de fundo. Uma obra que também esteve nomeada para o Prémio Booker, um dos mais importantes da língua inglesa.
Se o "amanhã" do artista Fábio Colaço traz crítica social com ironia e fino humor, o seu 'show que não pode continuar' alerta para os venenos do vil metal, desde a Antiguidade até aos dias de hoje. Duas exposições para ver em abril.
Não interessa neste momento se o PSD ou a IL vão em coligação ou não. O que interessa agora é propor aos portugueses rapidamente uma ideia estratégica, socialmente consensual, realista, que represente um grande avanço.
As pessoas precisam de um abraço, não de 'likes'. Precisam de amigos, não de seguidores. Aliás, como se costuma dizer, ter muitos amigos nas redes sociais é como ser rico no Monopólio.