A emblemática empresa vai lançar 632 trabalhadores. Fundada em 1984 e a primeira unidade industrial do grupo fora da Dinamarca, especializou-se na produção de calçado formal, casual e de golfe.
“Temos o conhecimento, a capacidade instalada e estamos a preparados para alargar a nossa oferta”, destaca o presidente do CTCP, Reinaldo Teixeira. “Temos todas as condições para nos afirmarmos como uma referência no desenvolvimento de calçado técnico”, acrescenta.
Associação portuguesa para o calçado prepara uma ação promocional para a produção nacionais em conjunto com a AICEP e com o apoio do programa Compete 2030. Objetivo é dar "novas oportunidades de negócio em mercados pouco tradicionais".
A produção mundial caiu 6%, em Portugal o recuo foi de 3,6%, revela este sábado a APICCAPS, com base em dados m dados do Word Footwear Yearbook. Segundo a associação, a indústria nacional assume cerca de 20% da produção europeia e ao contrário de Itália e Espanha reforçou nos últimos cinco anos.
“Melhor só Itália, ainda que, ano após ano, esteja a perder terreno para Portugal”, enfatiza a associação em comunicado, detalhando que “a indústria italiana deu um passo atrás” e decresceu 18,6% desde 2012, para 162 milhões de pares produzidos em 2022, “longe dos 199 milhões uma década antes”.
Ao longo do último quinquénio o peso no calçado nas exportações desceu de 3,1% em 2019, para 2,5% em 2023. Mas há um plano que quer imprimir um “choque estratégico” até 2030.
Segundo a Associação Portuguesa dos Industriais do Calçado, Componentes, Artigos de Pele e Seus Sucedâneos (APICCAPS), o estudo da World Footwear Survey estima que o consumo de calçado deverá aumentar, em média, 13,2% em África, 10,6% na Ásia e 6,4% na América do Sul.
As exportações nacionais de calçado caíram mais de 7% em novembro, mas o Top 5 dos países produtores mundiais desabou entre 13% e 20%. Ou seja, Portugal pode mesmo ter ganho quota de mercado internacional.
Luís Onofre é reeleito esta quinta-feira presidente da APICCAPS (Associação Portuguesa dos Industriais de Calçado, Componentes, Artigos de Pele e seus Sucedâneos), para um novo mandato de três anos.
Explica o "JN" que, devido às altas temperaturas que se têm feito sentir nesta altura do ano, a indústria de vestuário e calçado não está a receber pedidos para que seja feita a reposição de artigos de impacto e com a aproximação da época de saldos, muitos consumidores preferem esperar mais umas semanas para comprar vestuário e calçado em promoção.
Segundo dados avançados pela Associação Portuguesa dos Industriais do Calçado, Componentes, Artigos de Pele e seus Sucedâneos (APICCAPS), globalmente, a fileira do calçado registou no primeiro semestre deste ano um crescimento homólogo das exportações de 3,5%, para 1.153 milhões de euros.
As vedas de calçado caíram 7,3% em quantidade, entre janeiro e junho, mas o aumento do preço médio permitiu um crescimento homólogo de 1% em valor, para 964 milhões de euros.
O sistema vai permitir a formação dos trabalhadores das PME que estão a passar por um período de menor volume de encomendas e arranca nos sectores têxtil e do calçado.
Em comunicado, é destacado que "este é um dos clusters mais importantes da economia nacional e um dos mais prestigiados a nível internacional. Exporta para 175 países mais de 90% da sua produção".
Numa análise por destinos de exportação, verifica-se que, no primeiro trimestre, o calçado português continuou a reforçar a sua posição nos principais mercados externos, em particular nos países extracomunitários, que registaram um crescimento superior a 12%.