A bitcoin é um ativo muito sensível à liquidez, às taxas de juro reais, ao dólar e ao apetite pelo risco. Esses mesmos fatores também afetam significativamente as ações de software.
A avaliar pela tendência do mercado na sessão desta quarta-feira, os investidores terão recuperado a confiança na bitcoin, depois de a CFTC ter processado a Binance por alegadamente infringir a regulamentação existente.
Apesar das fortes subidas das taxas de juro nos Estados Unidos, que normalmente prejudicariam o valor deste ativo, o ouro conseguiu resistir aos primeiros meses do ano, registando uma subida de 8,5%.
Primeiro o Silicon Valley Bank, dias depois o Signature Bank. 72 horas após o medo se instalar nas bolsas europeias, o maior investidor do Credit Suisse anuncia que não vai colocar mais dinheiro na entidade e leva os mercados a um frenesim. O que está a acontecer?
O colapso do Silicon Valley Bank levou a um aumento das principais criptomoedas em bolsa, alimentando também pelos receios de uma crise financeira mundial.
O fenómeno das criptomoedas chegou à bolsa de valores norte-americana: a Coinbase estreou-se no Nasdaq. Desde o início do ano, o rally das criptomoedas não parece ter fim à vista, com a procura por parte dos investidores a aumentar de dia para dia.
Na semana passada, vimos a Tesla anunciar a compra de 1,5 mil milhões de dólares em Bitcoin e que vai passar a aceitar pagamentos com esta criptomoeda, sendo a primeira grande fabricante de automóveis a aceitar este método de pagamento.