O CEO fez o anúncio na apresentação de contas tendo o BCP registado lucros de 873,7 milhões até setembro, mais 12,6% do que no mesmo período do ano passado.
O banco liderado por Miguel Maya prolonga as perdas da manhã, recuando agora 6,13% para 0,3060 euros. Segue-se a Mota-Engil, que desvaloriza 2,46% para 3,960 euros.
O sector energético português viveu um dia positivo, mas tal não foi suficiente para colocar a bolsa lisboeta a subir tanto quanto os mais importantes índices europeus.
Foi aprovada, esta terça-feira, pela Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), a conversão do seu programa de obrigações hipotecárias para um programa de obrigações cobertas, no montante total de 12,5 mil milhões de euros.
No sector energético, a Greenvolt sobe 0,51% para 6,915 euros, a Galp avança 0,15% para 13,53 euros enquanto a EDP, por outro lado, cai 0,25% para 4,424 euros.
O banco somou 4,42% e a retalhista alcançou os 3,70% na sessão de segunda-feira, em que a valorização das Bitcoin foi um dos grandes destaques lá fora, ao avançar mais de 5% nesta segunda-feira.
O que verificamos, é que a componente do rácio de capital regulatório que é exigido em função da qualidade dos ativos, é maior no Novobanco (2,85%), segue-se o BCP com um requisito de 2,50% e o melhor é a Caixa com um requisito de 1,9%. Mas só o Novobanco viu as exigências baixarem.
O market cap no final da sessão de sexta-feira era de 4.791 milhões de euros e hoje está nos 4.943 milhões. Isto significa que houve uma valorização de 152 milhões de euros.
Os oito bancos são o BCP, a CGD, o Santander Totta, o Novobanco e a sua acionista LSF Nani Investments, o BPI, o Banco Montepio e a Caixa Central de Crédito Agrícola Mútuo.
A praça lisboeta somou 1,13% esta terça-feira, apesar da sessão sem sentimento definido no que diz respeito às mais importantes praças europeias. Nas próximas horas vão ser divulgados dados referentes ao PIB nos Estados Unidos, que podem impactar as economias um pouco por todo o mundo.
A bolsa de Lisboa encerrou as negociações de sexta-feira em terreno positivo, em linha com o sentimento geral entre as mais importantes praças europeias. Os índices escaparam assim aos dados macro nada animadores divulgados na maior economia da zona euro.
Os títulos do BCP e da Jerónimo Martins são os que mais valorizam, acima de 1%, na praça lisboeta. De resto, o sentimento positivo observa-se na maioria das mais importantes congéneres europeias.
“O BCP continuará a apoiar a gestão de tesouraria das empresas de todas as dimensões, através de soluções específicas e personalizadas à tipologia do negócio e dos mercados, nacional e internacional, em que os clientes já trabalham ou para os quais perspetivem expandir a sua atividade”, garante o CEO.
Tanto a petrolífera como o banco liderado por Miguel Maya aceleraram nos ganhos face ao início da negociação, valorizando agora 1,13% para 13,41 euros e 1,07% para 0,2936 euros, respetivamente.
A Moody's destaca que a subida do rating do BCP "reflecte a melhoria dos indicadores de risco dos activos do banco, as suas métricas de capital reforçadas, mas ainda modestas, e a melhoria da rentabilidade dos seus resultados".
A produtora de pasta de papel avançou em comunicado que os lucros derraparam 76% até setembro, mas os títulos da cotada seguiram a trajetória inversa ao valorizarem quase 6%.