Os dados conhecidos na sexta-feira indicam uma estimativa de aceleração da inflação em maio, tanto na economia portuguesa como na zona euro. Esta segunda-feira, atenções viradas para o sector da indústria e, mais à frente na semana, o destaque vai para a política monetária do BCE.
A fabricante de papel apresentou as contas referentes ao primeiro trimestre e o sentimento dos investidores fez-se sentir, fazendo desvalorizar os respetivos títulos. A semana abre com dados referentes à produção industrial. Presidente do BCE vai falar em dois eventos.
O sentimento entre as praças europeias foi negativo, num dia que ficou marcado pela reunião do BCE. Por cá, no entanto, as negociações terminaram em terreno positivo e a EDP Renováveis liderou, ao ganhar mais de 3%.
A Galp liderou em terreno positivo, ao passo que a EDP registou a maior queda na sessão de quarta-feira. Segue-se a reunião do BCE, onde se esperam eventuais sinais sobre a variação futura dos juros.
O único banco cotado no PSI viu as suas ações recuarem 1,34% e liderou as perdas. Uma variação que contraria a generalidade da banca europeia, que viveu um dia positivo em bolsa. De resto, a tendência para contrariar o otimismo europeu foi notória em Lisboa.
Eleições vão marcar o ano de 2024, em Portugal e lá fora. BCE prepara-se para corte mais cedo do que a Fed, que faz compasso de espera pelas eleições. O que vai ser de Portugal nos próximos meses após as eleições?
Christine Lagarde explica as razões por detrás da decisão do BCE e, espera-se que perspective as próximas decisões monetárias do Banco Central Europeu.
A bolsa de Lisboa viveu um dia de ligeiras perdas, numa Europa pautada pelo sentimento misto. Esta terça-feira serão conhecidos relevantes dados macroeconómicos na zona euro e as contas de mais duas cotadas do PSI.
Principais economias europeias voltaram a registar recuos na inflação, mas detalhes pintam um cenário menos otimista para o BCE, com efeitos de base favoráveis a dissiparem-se. Em Portugal, o emprego atingiu máximos no início do ano.
A presidente do BCE voltou a apontar para o crescimento salarial como "um motor cada vez mais importante da dinâmica de inflação nos próximos meses", apesar de considerar que a política monetária restritiva funciona como "salvaguarda" contra efeitos de segunda ordem.
A bolsa de Lisboa encerrou no 'verde' a sessão de sexta-feira, com aquela cotada a ganhar mais de 3%. A semana que agora se inicia vai trazer dados macroeconómicos de grande relevo, a começar pelo PIB e inflação.
Dado o foco colocado pelo BCE na questão salarial, os dados do último trimestre deverão dar algum alívio, ficando em linha com as projeções de que o crescimento salarial atingirá um pico na primeira metade deste ano.
Pombos contra falcões no BCE; inflação nos EUA, acima do esperado, atira arranque dos cortes para mais tarde; China tem vários problemas para resolver no arranque do ano do Dragão.
Num artigo publicado no “Boletim Económico” do BCE, os economistas Marien Ferdinandusse e Mar Delgado-Téllez assinalam esperar que as medidas orçamentais destinadas a apoiar as famílias e as empresas em resposta à subida dos preços da energia e aos choques da inflação diminuam em grande parte nos próximos anos.