Não se trata de abrir ou fechar a porta ao capital estrangeiro, mas de não deixar que a entrada das mercadorias e a oficina onde se reparam os navios venham a ficar nas mesmas mãos.
O ‘day after Ronaldo’ não deveria significar perder Cristiano Ronaldo. Deveria significar encontrar uma nova forma de o ter ao serviço de Portugal: como embaixador internacional, associado aos grandes eventos, à promoção do país.
A pergunta estratégica para Portugal não deveria ser apenas como atrair mais investimento estrangeiro. A questão mais importante é como transformar o país em um dos destinos mais desejados do mundo para cientistas, pesquisadores, empreendedores e profissionais altamente qualificados.