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A Acampada de Lisboa disse hoje que a decisão do Tribunal Administrativo de Lisboa, que considerou, que o limite das 00:30 para manifestações não é “absoluto e automático”, representou uma vitória dos manifestantes e do direito à manifestação.

Segundo a sentença, a que a Lusa teve hoje acesso, o protesto poderá manter-se até 24 de novembro de 2026, data prevista para a votação final do Orçamento do Estado para 2027, incluindo entre as 00:30 e as 06:30, e terá de ser articulado com o Mercado de Natal programado para a Praça D. Pedro IV, vulgarmente designada de Rossio.

A decisão decorre de uma intimação para proteção de direitos, liberdades e garantias intentada por uma manifestante, Renata Cambra, contra o Ministério da Administração Interna e o Município de Lisboa e, no processo, não foi apreciada “a legalidade de uma ocupação coletiva” do Rossio nem o reconhecimento de um direito geral de montar “tendas em espaço público por um número indeterminado de participantes”.

A Acampada de Lisboa afirma, assim, que as tendas são um símbolo e que a hora não justifica a dispersão dos protestos.

“Depois de três intervenções policiais violentas, dezenas de pessoas feridas e várias detenções, esta decisão representa uma vitória da Acampada de Lisboa e do direito à manifestação”, afirmou a Acampada de Lisboa, num comunicado publicado nas redes sociais.

“Não esquecemos a repressão policial, nem deixaremos de exigir responsabilidades. Esta vitória foi conquistada pela organização coletiva, pela solidariedade e pela resistência de quem não abandonou as ruas”, acrescentou o grupo.

Segundo a Acampada, o tribunal confirmou “aquilo que sempre” defendeu: “a hora, por si só, não justifica a dispersão de uma manifestação, e as tendas são instrumentos de protesto, não campismo”.

“A nossa luta nunca precisou da autorização de um tribunal para ser justa. A crise da habitação continua, as nossas reivindicações permanecem e nenhuma bastonada nos fará desistir”, realçou.

Na nota, a Acampada agradece a Renata Cambra, que teve a iniciativa junto do Tribunal, e considera que “embora o processo tenha sido apresentado em nome individual, a vitória é coletiva”.

“O seu alcance não se limita a quem o iniciou, mas estende-se a todas as pessoas que se organizam e acampam pelo direito à habitação”, considerou.

A acampada de Lisboa salientou que hoje volta ao Rossio a partir das 19:30.

O encerramento da unidade portuguesa da multinacional de calçado Ecco, a operar em Santa Maria da Feira, vai deixar 632 pessoas no desemprego, revelaram hoje operários à saída dessas instalações.

O encerramento da fábrica foi revelado a grande parte dos funcionários dos 22 departamentos desta unidade do distrito de Aveiro e Área Metropolitana do Porto durante uma reunião realizada esta manhã, já com a produção suspensa.

O fecho, segundo os trabalhadores, será progressivo, sendo que a secção de amostras ficará a funcionar mais duas semanas e depois só alguns operários serão requisitados para agilizar procedimentos necessários ao esvaziamento integral da fábrica, o que deverá acontecer “no primeiro trimestre de 2027”, mesmo que o edifício só seja vendido depois.

A previsão é de Fernanda Moreira, presidente do Sindicato Nacional do Calçado, Malas e Afins, que disse que os trabalhadores entretanto dispensados “já ficam em casa, mas sem perda de salário”, até que recebam a documentação formal para acesso ao subsídio de desemprego.

Como indemnização, cada funcionário terá depois direito a um salário por cada no de serviço, o que o sindicato reconhece como acima do previsto na lei.

Contactada pela Lusa, a administração da Ecco Portugal não revelou qual o seu volume de negócios em 2025, mas atribuiu o encerramento “total e definitivo” a uma “reestruturação mais ampla da estrutura produtiva global da Ecco”.

“Esta é uma decisão particularmente difícil para a empresa, tendo em conta a consciência do impacto que terá nos trabalhadores, nas suas famílias e na comunidade local”, afirma a administração da fábrica portuguesa em comunicado.

A reestruturação internacional também irá envolver o fecho da unidade que a Ecco tem no Vietname e está ainda a equacionar “uma redução de cerca de 400 postos de trabalho nas funções regionais e globais do Grupo, incluindo na Dinamarca”, adiantou.

O objetivo, justifica a empresa, “é adaptar a estrutura e capacidade produtivas do Grupo às necessidades atuais e previstas do negócio”.

Para o sindicalista Fernanda Moreira, a situação é “terrível” e o comportamento da Ecco demonstra que as suas chefias “não têm humanidade nenhuma” e “tratam as pessoas como números”, até porque, recebida de surpresa, a notícia do encerramento é ainda mais “cruel”.

Manuel Couto é um dos funcionários que, hoje, à saída da fábrica, admitia não estar preparado para a notícia. Com 14 anos de serviço na casa, confessou: “Quando nos avisaram da reunião, estava a contar com uma redução grande de pessoal, como eles fizeram várias vezes ao longo dos anos, mas por isto não esperava”.

Citado no comunicado da empresa, o diretor-geral da Ecco Portugal, Gustavo Kremer, reconhece que “este é um dia muito triste para todos” e inclui-se nesse universo.

“Durante mais de 40 anos, os trabalhadores em Portugal foram uma parte importante da família Ecco e contribuíram de forma significativa para o desenvolvimento e o sucesso da marca. Esta decisão não é um reflexo do seu trabalho nem da qualidade do que aqui se faz. Estaremos sempre gratos por esse contributo”, realçou.

Referindo que agora “a prioridade é apoiar cada um dos trabalhadores neste momento tão difícil”, Gustavo Kremer adianta que a empresa irá iniciar o processo legal de encerramento “em diálogo” com os representantes dos trabalhadores e todas as entidades competentes – inclusive a autarquia, com a qual a marca se diz disposta a “colaborar no apoio aos funcionários”.

“Em paralelo, a empresa garantirá o pagamento das compensações e o cumprimento das demais obrigações laborais, estando a avaliar outras medidas para apoiar os trabalhadores durante a transição e na procura de novas oportunidades de emprego”, acrescenta o comunicado.

Marta Costa foi nomeada Diretora-Geral da Fomento – Fundos de Investimento Imobiliário, SGOIC, sociedade gestora do Grupo Banco Português de Fomento, anunciou a instituição em comunicado que invoca a “vasta experiência em contextos institucionais, empresariais e governamentais,”-

Marta Costa assume a coordenação de toda a atividade da Sociedade, abrangendo as áreas de Negócio e de Suporte, em articulação direta com a Comissão Executiva.

A Fomento – Fundos de Investimento Imobiliário SGOIC é a sociedade gestora de organismos de investimento coletivo do Grupo Banco Português de Fomento. Constituída em 1995, é especializada na gestão de fundos de investimento imobiliário, com atividade centrada no investimento em imóveis afetos aos setores do Turismo e da Indústria, através de instrumentos que apoiam a atividade empresarial e a valorização do território. Atualmente gere cinco fundos, entre os quais o Fundo Imobiliário Especial de Apoio às Empresas e o Fundo Revive Natureza.

Marta Costa é atualmente Secretária-Geral da Sedes – Associação para o Desenvolvimento Económico e Social. Foi, nos últimos anos, Diretora Geral da Atlântica – Associação dos Resorts, Hotéis e Empresas de Turismo do Alentejo Litoral e, mais recentemente, Diretora de Recursos Humanos na Vanguard Eagle Building & Innovation.

Entre 2017 e 2022 exerceu funções no Ministério dos Negócios Estrangeiros como Adjunta do Secretário de Estado da Internacionalização, onde fez o acompanhamento direto de programas de investimento empresarial e apoio à internacionalização e apoiou a criação da Associação Portuguesa de Parques Empresariais, fomentando a atratividade de novos investimentos estruturantes. Tem mestrado em Gestão de Empresas.

Enquanto Diretora-Geral da Fomento Fundos, terá de assegurar a articulação entre todas as áreas e unidades orgânicas, promovendo o alinhamento das respetivas atividades com a estratégia definida pela Comissão Executiva, bem como a coordenação da sua execução e o acompanhamento dos resultados. Terá ainda sob sua responsabilidade a coordenação executiva das áreas de Negócio, nomeadamente Investimento e Gestão de Ativos, reportando diretamente à Comissão Executiva, e assumirá a direção da área de Recursos Humanos, assegurando o alinhamento entre o crescimento do negócio e a capacidade organizacional da Sociedade.

 

A bolsa de Lisboa segue no ‘vermelho’, a meio da sessão, com uma descida de 0,39% para 9.240,66 pontos.

Os CTT perdem 2,52% para 5,21 euros, a Galp desce 1,25% para 20,52 euros, a NOS derrapa 0,77% para 5,170 euros, a EDP desliza 0,27% para 4,853 euros e o BCP recua 0,09% para 1,0765 euros.

Em contraciclo, a Corticeira Amorim sobe 1,31% para 6,95 euros, a Mota-Engil ganha 0,57% para 4,548 euros, a Ibersol aumenta 0,58% para 10,46 euros, a Semapa soma 0,41% para 19,70 euros e a EDP Renováveis avança 0,16% para 12,52 euros.

As principais praças europeias negoceiam em terreno positivo, com o DAX a somar 0,17% para 25.959,00 pontos, o CAC40 aumenta 0,27% para 7.991,16 pontos e o Ibex35 sobe 0,97% para 18.834,20 pontos.

O analista de mercados do Millennium Investment Banking, Ramiro Loureiro, afirma que “as bolsas europeias vão ganhando otimismo desde o início da sessão e a maioria segue em alta. A descida superior a 4% nos preços do petróleo está a motivar os investidores, depois do selloff no setor tecnológico que afetou o sentimento na passada sexta-feira. A aliviar o preço da matéria-prima está uma notícia de que Donald Trump quer dar mais tempo às negociações diplomáticas com o Irão antes de qualquer tentativa de retomar os ataques”.

“O PSI contraria a tendência, com Sonae, Galp e NOS a liderarem as quedas. Assim se inicia um mês que já esta semana pode ser impactado pelas eleições de meio de mandato nos EUA, onde Donald Trump poderá perder apoios importantes. No plano macroeconómico nota para a revelação de que a atividade industrial na Zona Euro registou uma travagem mais leve que o previsto no ritmo de expansão em outubro.  Mais logo chega indicação para os EUA. No seio empresarial o destaque vai para o tombo da Alstom, em reação a um corte dececionante de projeções”, refere.

No mercado do petróleo o texano WTI perde 4,44%, fixando o preço do barril nos 99,50 dólares e o Brent desce 4,34% para 108,50 dólares. O gás natural ganha 1,31% para 2,936 dólares.

No mercado cambial o euro valoriza 0,41% face ao dólar, fixando-se nos 1,1207 dólares.

O ministro das Infraestruturas e Habitação, Miguel Pinto Luz, abriu esta segunda-feira, 2 de novembro, a porta no parlamento a discutir propostas para a habitação com o Livre, que considera debater de “forma séria”, mostrando-se disponível para o fazer “com humildade”.

“Para propostas do Livre, estamos sempre disponíveis para discutir. O Livre discute de forma séria, é verdade, e eu gosto de discutir de forma séria. Façamos esta discussão de forma séria. Vamos ver os números, sentemo-nos e vemos o que é que podemos fazer, como fizemos com o Fundo de Emergência Habitacional”, afirmou, referindo-se a uma proposta do Livre de um orçamento anterior.

“Esta é a nossa forma de estar – dela não fugimos e continuamos, com humildade, sempre disponíveis para toda a discussão”, acrescentou, numa audição na Comissão de Orçamento, Finanças e Administração Pública para discutir na especialidade a proposta de Orçamento do Estado para 2027 (OE2027).

A posição de Miguel Pinto Luz aconteceu depois de o deputado do Livre Jorge Pinto perguntar se o executivo está disponível para debater um conjunto de medidas, em relação às quais não se comprometeu a apoiar.

O parlamentar do Livre perguntou designadamente se o Governo está disponível para alterar a lei “para assegurar que o zonamento inclusivo é uma realidade e que todos os novos empreendimentos têm efetivamente uma percentagem mínima de habitação acessível, porque caso contrário a nova construção de pouco ou nada servirá”.

O deputado perguntou igualmente se o executivo está disponível para discutir um adicional de IMI se foque especificamente nos imóveis devolutos “que poderiam e deveriam estar a servir para a habitação pública”.

Se o Governo está disponível para rever as políticas fiscais que, para o partido, “estão a aquecer o mercado e a afastar milhares de pessoas do acesso à habitação”.

Uma outra proposta do partido passa por criar um fundo público de habitação, “para que no espaço de 10 anos” se possa “dobrar a percentagem de habitação pública”, de 2% para 4%.

Relativamente a esta última iniciativa, o ministro referiu que esse fundo já existe e frisou: “[Passar] de 2% para 4% já é a ambição deste Governo, com as estratégias locais de habitação, com a aposta que estamos a fazer em habitação pública, com as PPP [Parcerias Público-Privadas] e com tudo”.

Jorge Pinto foi um dos deputados que na madrugada de domingo marcou presença na acampada na Praça do Rossio, em Lisboa, e que se colocou de forma pacífica entre os manifestantes e a polícia imediatamente antes da carga policial, depois de algum tempo antes estar em diálogo com a PSP em conjunto com outros parlamentares do Livre, PS e BE.

O deputado do CDS-PP Paulo Núncio referiu-se a esse momento, dizendo – “Folgo em vê-lo são e salvo” – e afirmando com ironia que a única coisa que estranha é que o parlamentar esteja a apresentar propostas no parlamento e não nas assembleias populares com os manifestantes “de extrema-esquerda”.

O deputado único do Bloco de Esquerda, Fabian Figueiredo, citou a decisão do Tribunal Administrativo de Lisboa, conhecida hoje, que considera que o limite das 00:30 para manifestações não é “absoluto e automático”, autorizando uma manifestante a permanecer com uma tenda de madrugada no Rossio.

O ministro não comentou o assunto de forma direta, respondendo apenas que não quer contribuir para dividir e que procura consensos.

Emigrar está nos planos de mais de metade dos jovens portugueses, mas, para muitos, a ideia ainda não passou da fase da ponderação. Os salários mais elevados no estrangeiro, a qualidade de vida e o equilíbrio entre a vida profissional e pessoal estão entre os principais motivos que alimentam essa vontade de partir. A dificuldade em encontrar condições de trabalho alinhadas com as expectativas começa, porém, muito antes, logo no processo de recrutamento.

Um estudo da Eurofirms, desenvolvido pela Netsonda e ponderado com base em dados do Eurostat, revela que 51% dos jovens entre os 18 e os 29 anos já ponderaram seriamente emigrar ou têm planos para trabalhar no estrangeiro. Ainda assim, apenas 10,5% definiram uma estratégia concreta de saída, enquanto 41% admitem ter pensado seriamente nessa possibilidade, mas sem terem tomado uma decisão.

Os dados mostram também que uma parte significativa continua a preferir ficar em Portugal: 34% dos inquiridos já consideraram emigrar, mas acabaram por optar por permanecer no país. Outros 14% nunca equacionaram sair.

Entre aqueles que já pensaram em trabalhar no estrangeiro, os salários mais elevados são o principal fator de atração, apontado por 67% dos jovens. A qualidade de vida e o equilíbrio entre a vida pessoal e profissional surgem em segundo lugar, com 43%. O custo da habitação é referido por 18%, enquanto 12% mencionam o desejo de adquirir experiência internacional e 9% a falta de oportunidades na respetiva área profissional.

Mas a insatisfação não se resume ao nível salarial ou às perspetivas de vida fora de Portugal. A forma como as empresas recrutam e comunicam com os candidatos também está a contribuir para o afastamento dos jovens.

Segundo o estudo, 41% dos jovens empregados que procuram uma nova oportunidade identificam a falta de transparência sobre salários e condições de trabalho como uma das principais frustrações durante a procura de emprego. A ausência de informação e de feedback ao longo dos processos de recrutamento é igualmente apontada por quase metade dos jovens que procuram trabalho.

Para Lucília Queirós, National Leader da Eurofirms Portugal, a relação entre uma empresa e um potencial trabalhador começa a construir-se antes da contratação. A responsável considera que a clareza das condições oferecidas, a comunicação durante o recrutamento e a correspondência entre as expectativas criadas e a realidade da organização influenciam a atratividade de uma oportunidade e a decisão de permanecer.

A responsável considera, por isso, que a discussão sobre a Geração Z não deve partir da ideia de que os jovens têm menos compromisso com o trabalho, mas antes da necessidade de compreender as mudanças nas suas expectativas e na relação que estabelecem com as empresas.

Litoral Centro concentra maior intenção de saída

A vontade de emigrar não se distribui de forma uniforme pelo território nacional. O Litoral Centro é a região onde essa intenção assume maior expressão: 64,5% dos jovens ponderaram seriamente sair do país ou já têm planos para o fazer. No extremo oposto está o Grande Porto, onde a proporção desce para 32%.

Esta última região apresenta também o maior alinhamento entre formação académica e atividade profissional, com 81% dos jovens a trabalhar na área em que se formaram. Ainda assim, 64% têm uma perceção negativa do mercado de trabalho.

No Litoral Centro, pelo contrário, 43% dos jovens trabalham numa área diferente daquela para a qual estudaram, um dos valores mais elevados entre as seis regiões analisadas.

Na Grande Lisboa, 51% dos jovens já ponderaram seriamente emigrar ou têm planos para o fazer. A região destaca-se, contudo, pela proporção de inquiridos que já transformaram essa possibilidade numa decisão concreta: 15% têm planos firmes de saída, contra 6% no Grande Porto.

Também aqui a habitação assume particular importância. Na Grande Lisboa, 22% dos jovens que consideraram emigrar apontam o custo da habitação como uma das razões para essa possibilidade, enquanto 47% referem a qualidade de vida.

No Interior Norte, um em cada quatro jovens imagina-se a trabalhar noutra região portuguesa, mostrando que a mobilidade não implica necessariamente uma saída do país.

Já no Sul, 54,5% dos jovens ponderam seriamente emigrar, mas apenas 0,8% têm planos concretos para o fazer. A região apresenta ainda a perceção mais negativa do mercado de trabalho, com 70%, e o maior desajuste entre formação e emprego, que atinge 51%.

Para Lucília Queirós, os resultados demonstram que não existe uma resposta única para o desafio da retenção de talento. As empresas devem ter em conta as diferenças regionais e perceber quais os fatores que pesam na decisão dos jovens, desde as condições salariais ao desenvolvimento profissional, à flexibilidade e à qualidade de vida.

O estudo «A Geração Z e o Futuro do Trabalho» foi realizado pela Netsonda para a Eurofirms, em julho de 2026, através de um painel online com 600 jovens entre os 18 e os 29 anos, residentes em seis regiões de Portugal. A amostra foi ponderada por idade e nível de escolaridade, com base em dados populacionais do Eurostat, apresentando uma margem de erro aproximada de 5,1 pontos percentuais, para um nível de confiança de 95%.