Observatório de Preços Agroalimentar já está disponível. “Mais justiça ao longo de toda a cadeia”

A plataforma, que foi criada por despacho do Ministério da Agricultura e Alimentação e do Ministério da Economia e Mar, surge como um instrumento de reforço da transparência e eficiência do processo de comercialização de produtos agroalimentares.

Observatório de Preços Agroalimentar já está disponível. “Mais justiça ao longo de toda a cadeia”
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O Observatório de Preços Agroalimentar, composto por uma lista com 26 produtos alimentares com atualização mensal, foi disponibilizado esta terça-feira pelo Ministério da Agricultura e da Alimentação.

A plataforma, que foi criada por despacho do Ministério da Agricultura e Alimentação e do Ministério da Economia e Mar, surge como um instrumento de reforço da transparência e eficiência do processo de comercialização de produtos agroalimentares, disponibilizando informação regular dos preços da produção ao consumo referentes a um cabaz de produtos.

Segundo a ministra Maria do Céu Antunes, o Observatório contribuiu para “mais justiça ao longo de toda a cadeia”, com “preços justos ao consumidor e rendimentos justos ao sector”.

“Mais e melhor informação será sinónimo de um processo de decisão mais sólido, mais transparente e mais compreendido pelos cidadãos, cuja segurança alimentar é um desígnio também abraçado pelo sector agrícola”, continua a governante citada em nota publicada na página do Ministério.

Segundo a ministra da Agricultura e Alimentação, a tutela pretende “identificar os principais fluxos e pontos ao longo da fileira para recolha de informação sobre os custos da atividade e caracterização das componentes da formação do preço e margens líquidas e, com isso, dar suporte à formulação das políticas no sector agroalimentar”.

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“Podemos todos concluir o facto de Espanha e Portugal estarem nesta situação é que, claramente, a nossa situação mais periférica em relação aos outros Estados-membros, o facto de as nossas condições de humidade, temperatura, de chuva, no fundo, todas as condições climatéricas que afetam claramente esta nossa produção poderão ter consequências em relação a isso, assim como a […] nossa incapacidade para sermos autossuficientes”, declarou Maria do Céu Antunes.