O que o MBA trouxe à carreira deles

Gestores e executivos de ‘middle e top management’ encontram no MBA a catapulta para impulsionar a carreira. Há um antes e um depois do programa, dizem ao JE. Eis os seus testemunhos.

O que o MBA trouxe à carreira deles
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Não se conhecem, mas partilham uma certa visão das coisas que os faz estar próximos uns dos outros.

Vasco Falcão, Gonçalo Gomes, Carmen Tavares e Helder Amorim são rostos do “middle e top management” que encontrou no MBA (Master of Business Administration) a catapulta para impulsionar a carreira. A solução formativa que lhes permite mais rapidamente ir mais alto e mais longe.

“O programa ajudou-me a olhar para o mundo como o lugar onde podia trabalhar”, afirma Vasco Falcão, 50 anos, CEO da Konica Minolta Portugal & Spain, ao Jornal Económico (JE).

Era diretor geral quando ingressou na turma de 2011/2013 do AESE Executive MBA. Depois disso assumiu diferentes responsabilidades, incluindo o marketing do Cluster Sul (Portugal, Espanha, Itália e França), a presidência da Konica Minolta em Espanha e a responsabilidade europeia pela unidade de negócios Digital Workplace/Digital Transformation.

Estes desafios levaram a um convite do CEO do grupo para viver e trabalhar no Japão, durante um ano, onde colaborou na definição da estratégia global.

“Uma das maiores aprendizagens, reforçada na AESE Business School, foi a importância de saber ouvir. Hoje, sei que liderar não é ter todas as respostas, mas criar espaço para que surjam as melhores”, revela.

Existe um antes e um depois do MBA, admite Carmen Tavares, 46 anos, executiva na Siemens Healthcare.

“O programa tira-nos da zona de conforto, destrói crenças — para que possamos construir de novo. O networking com pessoas de diferentes geografias é enriquecedor e o mais valioso é que estas ligações perduram”.

O impacto mede-se no dia a dia. Carmen diz ser hoje “mais rápida, mais objectiva, mais focada”. Navega com confiança em áreas onde antes se sentia menos segura e tem uma visão holística do mundo profissional. “O MBA tornou-me uma profissional e uma pessoa melhor — uma mulher mais empoderada e pronta para todos os desafios”.

Estabeleceu o objetivo de fazer o MBA em 2022, após concluir um programa de liderança. “Com vários anos de experiência em contexto internacional, sentia que precisava de aprofundar as competências em gestão, finanças, estratégia e inovação”, lembra.

Está segura que o Global Online MBA da PBS, eleito o sexto melhor do mundo este ano, foi a resposta certa. “Um corpo docente de excelência, um programa apelativo e acessível a partir de qualquer lugar”, elogia.

Para Carmen, o retorno deste investimento é visível todos os dias.

Hélder Amorim, National Head of Pharmacy Management | Head of Production at CUF Oncology Cluster Norte, soma 25 anos de carreira. Garante, sem pestanejar: “foi a minha melhor decisão formativa”.

Quando iniciou o MBA na Católica Porto Business School, somava 17 anos na saúde, duas pós- -graduações e experiência em Espanha e Inglaterra. “Queria um standard internacional para dar o salto”, conta. O MBA deu-lhe a senioridade para assumir várias funções de coordenação nacional na CUF, acompanhando o crescimento da empresa. “Sem ele, este caminho seria incomparavelmente mais duro e eu estaria menos preparado”, diz-nos.

Hélder conta que o verdadeiro embate não veio apenas da excelência dos professores, mas do choque de realidades da turma. “Cruzar perspetivas com setores tão distintos arrancou- -me da zona de conforto e foi brutalmente enriquecedor”. Salienta a aposta a sério nas soft skills, atirando os formandos “para dinâmicas de absoluto stresse e imprevisibilidade”.

Aprender a decidir rápido e sob pressão é um dos pilares da liderança, explica. “O timing provou-o: terminei em plena pandemia, o teste máximo à gestão na incerteza. O impacto em mim foi cirúrgico”.

Gonçalo Gomes, de 30 anos, regressou à casa onde tinha sido feliz. Reencontrou o conforto. “Depois da passagem pelo ISEG na licenciatura, este foi um regresso muito desejado e do qual, confesso, já tenho saudades. Tal como referi no meu discurso de despedida: ‘ISEG, sempre que precisares de mim, aqui estarei para retribuir tudo o que me ensinaste’”.

Esta “experiência enriquecedora” terminou há cerca de um ano. Nas suas palavras revelou-se “um verdadeiro ponto de viragem – não apenas na progressão da minha carreira, mas na forma como penso, lidero e crio valor dentro da minha empresa”.

O mesmo entendeu a 1GLOBAL, empresa do sector das telecomunicações onde desenvolve a sua carreira profissional. “Assim que concluiu o MBA do ISEG, avaliei, em conjunto com a equipa de gestão, as competências adquiridas, tendo-me sido apresentada uma proposta de progressão com efeitos no mês seguinte”.

Ao longo do último ano, Gonçalo teve a oportunidade de aplicar na prática “os ensinamentos partilhados, não só pela excelente equipa docente”, como pelo “grupo extraordinário de colegas com percursos muito diversos”.

Não por acaso se diz que o MBA, mais do que um curso, é uma experiência de vida.

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