Portugal não precisa apenas de discutir salários. Precisa de refletir sobre as oportunidades que oferece para o talento crescer, inovar e construir carreiras com impacto. Porque o talento procura um propósito e a possibilidade de contribuir para organizações e um país que valorize aquilo que tem para oferecer.
Employment Report 2025 da Porto Business School revela que 9% dos alunos da última turma do International MBA lançaram negócios. Já os alumni com carreiras no mundo corporativo reportaram aumentos salariais na casa dos 90%, com a média a atingir os 110.508 dólares anuais.
Em 2026, uma parte relevante dessa geração estaria a ocupar posições de direção e a alimentar o pipeline dos boards de amanhã, mas a sua ausência começa a traduzir-se numa descontinuidade geracional cada vez mais evidente.
Estudo da Experis, marca do ManpowerGroup, explica como construir e sustentar uma "carreira significativa" na era da Inteligência Artificial. São seis as ideias-chave.
Gestores e executivos de ‘middle e top management’ encontram no MBA a catapulta para impulsionar a carreira. Há um antes e um depois do programa, dizem ao JE. Eis os seus testemunhos.
Hoje, a reputação de uma dada geografia, as políticas de imigração, as regulamentações de vistos e as relações internacionais afetam o fluxo de talentos. Países que adotam políticas de imigração abertas e inclusivas tendem a beneficiar de um 'brain gain'. O inverso tem o risco do tão falado 'brain drain'.
Programa destina-se a alunos com mestrado, já terminado ou em fase de conclusão, preferencialmente nas áreas de Gestão, Gestão Hoteleira, Economia, Finanças, Engenharias ou Tecnologia e fluentes em português e inglês. A próxima edição arranca em janeiro de 2026 e as candidaturas já estão abertas.
A atriz Kim Novak e o cineasta Werner Herzog vão receber um Leão de Ouro honorário na edição que tem como presidente do júri Alexander Payne e que abre com o mais recente filme de Paolo Sorrentino.
Maria Jesus Fernandes, que foi reconduzida no cargo, sublinhou que, apesar de 27 anos de trabalho árduo, “continua a ser determinante a necessidade de afirmação dos biólogos como profissionais num leque muito alargado de áreas e serviços.”
Segundo relatório da consultora Robert Walters, inteligência artificial e experiência do candidato figuram entre as principais tendências que vão redefinir o mercado de trabalho este ano.
Será a liderança na administração pública capaz de gerir as pessoas com empatia e visão estratégica, ou está apenas a responder a uma lógica de 'compliance', sufocada por uma burocracia que dificulta qualquer tentativa de inovação?
O "Correio da Manhã" noticia esta terça-feira, citando dados do Ministério da Educação, que em julho de 2027 haverá 91.275 docentes colocados nos três últimos escalões da carreira.
Na sexta-feira, dia 11 de outubro, vai realizar-se uma reunião plenária na Assembleia da República, onde os deputados vão discutir e apreciar a petição feita pelo sindicato ‘pela valorização dos salários de investigadores e professores do ensino superior’.
Atualmente, de pouco servem as definições de 'coaching'. Tornou-se banal a utilização do termo, com aplicação generalizada a coisas muitos diferentes. E certamente, grande parte delas, pouco ou nada científicas.
A “ciência” está na igualdade de oportunidades, para que se possa ser mãe, cuidadora, gestora ou profissional liberal, ou, porque não, ter diferentes focos ao longo da vida. Sem culpas e com escolha.
O 'advisor' nasce na complexidade da sociedade da informação em que vivemos, cada vez mais assente na digitalização e acelerada pelas tecnologias avançadas de 'machine learning' e inteligência artificial.
A Fundação para a Ciência e Tecnologia lançou o aviso de abertura do concurso para cofinanciamento da contratação de até mil investigadores-doutorados para carreira docente ou de investigação científica.