Autor: Lígia Simões, Diretora-adjunta

Varziela. A “Chinatown” do norte de Portugal

Vivem e trabalhavam em Vila do Conde mais de 1.500 cidadãos chineses, a maior parte deles com atividade comercial na Zona Industrial da Varziela. Um espaço com dois mil metros quadrados, entre a Estrada Nacional 13 e a A28 e onde 85% está ocupado por armazéns, e é difícil encontrar novos terrenos para comerciantes que acabam de chegar. Gerem cerca de 200 armazéns, naquele que é o maior centro empresarial chinês em Portugal.
Varziela. A “Chinatown” do norte de Portugal

Acorda, Europa!

A Europa está em declínio e em poucos anos pode perder a posição hegemónica no mundo que foi construída ao longo de séculos. Está a ficar para trás em crescimento económico e a perder relevância nas grandes mesas de negociação globais como a do plano de paz na Ucrânia, onde desempenha um papel marginal. Incapaz […]
Acorda, Europa!

Operação “Cash-a-lot”: PJ detém empresário chinês que liderava rede milionária de lavagem de dinheiro

A PJ desmantelou uma rede milionária de lavagem de dinheiro na "Chinatown" da Varziela. Há sete detidos, entre os quais um empresário de origem chinesa, suspeito de ser o arquiteto da organização criminosa e que, no espaço de 24 meses, fez depósitos em numerário no montante superior a 141 milhões de euros e movimento 209 milhões de euros através de uma “conta veículo”.
Operação “Cash-a-lot”: PJ detém empresário chinês que liderava rede milionária de lavagem de dinheiro

Greve geral mantém-se, mas UGT diz haver abertura para negociação com o Governo

"O principal aqui era ver se as partes continuavam disponíveis para o diálogo e para a negociação. Foi reafirmado pelo Governo e foi reafirmado pela UGT que há essa disponibilidade" para negociar tudo sem linhas vermelhas, avança o secretário-geral da UGT. Mário Mourão sinaliza que a reunião com o Montenegro foi “construtiva” e que há disponibilidade do Governo para alargar ao tempo necessário a aproximação entre as partes.
Greve geral mantém-se, mas UGT diz haver abertura para negociação com o Governo

Movimento de Miranda acusa governo de “falta de vontade política” para cobrar impostos à EDP

O Movimento da Terra de Miranda alerta que o Governo “parece não querer cobrar à EDP os 335 milhões de euros de impostos pela venda de seis barragens da EDP, após o Ministério Público ter arquivado suspeitas de fraude fiscal no negócio entre a elétrica nacional e os franceses da Engie, mas exigir pagamento dos impostos em falta. Aviso surge após ministro das Finanças ter dito que a AT pode vir a liquidar ou não os impostos em falta.
Movimento de Miranda acusa governo de “falta de vontade política” para cobrar impostos à EDP