Justiça

MP acusa Salgado e outros administradores do BES de terem dado ordens para fundos comprarem 730 milhões em dívida do GES apesar da proibição do BdP

Segundo o Ministério Público (MP), quatro administradores do BES deram ordens para que dois fundos comprassem 730 milhões de euros de dívida do GES no espaço de apenas quatro meses em 2014, apesar do BdP já ter decretado esta proibição na altura, "assim permitindo a violação daquela determinação", segundo a acusação.
André Cabrita-Mendes15 Jul
MP acusa Salgado e outros administradores do BES de terem dado ordens para fundos comprarem 730 milhões em dívida do GES apesar da proibição do BdP

Ricardo Salgado “não praticou qualquer crime e esta acusação ‘falsifica’ a história do Banco Espírito Santo”, diz defesa de ex-presidente do BES

Ministério Público deduziu acusação contra 25 arguidos, 18 pessoas pelo caso Espírito Santo e sete empresas no âmbito do processo principal do designado “Universo Espírito Santo”. Ricardo Salgado e outros ex-gestores são acusados do crime de associação criminosa, entre outros, e de terem causado prejuízos de 11,8 mil milhões. Defesa de ex-presidente do BES já reagiu.
Ricardo Salgado “não praticou qualquer crime e esta acusação ‘falsifica’ a história do Banco Espírito Santo”, diz defesa de ex-presidente do BES

Ministério Público acusa Ricardo Salgado de associação criminosa e corrupção seis anos depois da queda do BES

Ministério Público acusa 18 pessoas pelo caso Espírito Santo e sete empresas, concluindo que cometeram crimes que provocaram prejuízos no valor de 11,8 mil milhões de euros. Ricardo Salgado vai enfrentar julgamento acusado da queda de um dos maiores grupos económicos portugueses. José Maria Ricciardi sem nenhuma acusação pelo Ministério Público, apurou o Jornal Económico.
Maria Teixeira Alves14 Jul
Ministério Público acusa Ricardo Salgado de associação criminosa e corrupção seis anos depois da queda do BES

BES: Defesa de Ricardo Salgado diz que “processo continua a ser escondido”

Despacho de acusação do caso BES com mais de três mil páginas já está concluído e aguarda-se notificação a arguidos e assistentes até 15 de julho. A dois dias do prazo previsto, defesa de Ricardo Salgado garantiu que ainda foi notificada e diz que “até este momento, o processo continua a ser escondido”, nomeadamente as provas e os volumes mais recentes do inquérito que investiga queda do BES no verão de 2014 e que deverá acusar o ex-presidente do banco de liderar uma associação criminosa.
BES: Defesa de Ricardo Salgado diz que “processo continua a ser escondido”

Ricardo Salgado insiste na parcialidade de Carlos Costa com parecer que pede nulidade de coimas

O parecer do ex-Provedor de Justiça (entre julho de 2013 e novembro de 2017) considera que as declarações feitas por Carlos Costa na conferência de imprensa da resolução do Banco Espírito Santo (BES), em agosto de 2014, e nas entrevistas ao Expresso (em fevereiro e março de 2016) e ao Público (em março de 2017) não lhe dão a "equidistância exigida entre o julgador e o arguido" e "destroem a aparência de imparcialidade que deve ter o julgador".
Ricardo Salgado insiste na parcialidade de Carlos Costa com parecer que pede nulidade de coimas

Quase um ano depois, investigação a “altos responsáveis” da administração pública ainda não tem arguidos

Na mira da Justiça está o inspetor-geral das Finanças, que pediu recentemente para sair do cargo. Além de Vítor Braz e uma chefe de equipa da IGF, detetada no caso ‘Swissleaks”,  juntam-se ainda vários outros inspectores com cargos de direcção na investigação a suspeitas de crimes de corrupção, peculato e abuso de poder. Depois das buscas realizadas há cerca de um ano, este inquérito ainda não tem arguidos.
Quase um ano depois, investigação a “altos responsáveis” da administração pública ainda não tem arguidos

Operação “Cashball”: Conta oficial ou ‘saco azul’? PJ investiga rastro do dinheiro para Sporting pagar a árbitros

Buscas da PJ à SAD do Sporting levaram hoje a quatro detenções na investigação a alegado esquema de corrupção no andebol que pode agora alastrar-se a outras modalidades com a compra de árbitros e pagamentos a jogadores. Na mira dos investigadores estão levantamentos bancários que terão servido para subornos. Querem saber se foram efetuados através de contas oficiais do clube ou de um ‘saco azul’.
Operação “Cashball”: Conta oficial ou ‘saco azul’? PJ investiga rastro do dinheiro para Sporting pagar a árbitros