JE Leitor

Hugo Santos Ferreira: “Estamos a levantar um fundo que pode ir até 300 milhões de euros”

Novo managing partner da promotora imobiliária OneMark Capital & Developments, de José Cardoso Botelho, assume a ambição de querer deixar negócios com marca em Portugal. A aposta passa por quatro segmentos do mercado, divididos entre a habitação e hotelaria. Neste momento, a empresa já conta com uma mão cheia de projetos com foco nas regiões da Grande Lisboa, do Porto e do Algarve.
Rodolfo Alexandre Reis18 Set
Hugo Santos Ferreira: “Estamos a levantar um fundo que pode ir até 300 milhões de euros”

Cerâmica e cristal alertam para risco de encerramento de empresas

Impactos do choque são transversais, mas setores com menos margem e mais concorrência são os mais expostos, como a cerâmica, que temem mesmo o fecho de empresas. Concorrência asiática torna impossível aumentos de preços e mais crédito agrava problemas de empresas já endividadas, aponta Apicer.
João Barros15 Set
Cerâmica e cristal alertam para risco de encerramento de empresas

Rui Rocha: “Os deputados fazem muitos floreados; estão habituados ao TikTok”

Rui Rocha explica ao JE a sua intervenção na audição a Luís Neves, que contrastou, pela simplicidade e foco, com a mediania geral dos deputados dos restantes partidos. Diz como se preparou para provar que o ministro mente e revela que a pergunta sobre a maçonaria teve o objetivo de causar desconforto antes das duas que verdadeiramente interessavam, sobre a compra das sulipas e a data dos empréstimos bancários.
João Marcelino11 Set
Rui Rocha: “Os deputados fazem muitos floreados; estão habituados ao TikTok”

China e Índia mais próximas em Nova Deli

É o regresso de Xi Jinping à Índia após sete anos, em plena reaproximação dos dois países. Vladimir Putin volta a participar presencialmente na cimeira dos BRICS e encontra-se com Narendra Modi já esta sexta-feira.
Inês Amado11 Set
China e Índia mais próximas em Nova Deli

Novo disparo na energia deixa empresas apreensivas

Em muitos setores, são subidas em cima de subidas de custos e a possibilidade de ser uma situação temporária já parece ter sido descartada. São precisos apoios à tesouraria, mais ambição fiscal e recuperar programas como o ‘Apoiar Gás’, afirmam as associações empresariais ouvidas pelo JE.
João Barros e Teresa Cotrim11 Set
Novo disparo na energia deixa empresas apreensivas