JE Leitor

Estrelas que brilham, economia que cresce

As distinções do Guia Michelin têm impacto direto nos restaurantes que fazem parte da seleção, mas também em todo o universo da restauração nacional e na cadeia de valor da gastronomia portuguesa. Marlene Vieira, a primeira mulher a receber uma estrela em mais de 30 anos, contribuiu para este cenário sem “toxicidade” nem “grande pressão”.
António Sarmento9 Mar
Estrelas que brilham, economia que cresce

José Pedro Croft: “Sou um ser político”

A impermanência é um assunto sério para José Pedro Croft, o artista plástico que encara a arquitetura como um “espaço de negociação” e que não procura “um papel para ficar na história”. Interessa-lhe antes procurar “uma obrigação ética e moral do trabalho”.
Ana Pina8 Mar
José Pedro Croft: “Sou um ser político”

Cinco árvores à volta de cinco actividades

Do meu novo livro “Quarenta árvores em discurso directo” estabeleci um top 5 das árvores que elegeria como as preferidas. Não é fácil para quem, como eu, se enamorou das árvores pelo facto de simplesmente o serem. Aliás, já foi um problema ter escolhido quarenta para o livro, deixando de fora tantas outras que ficarão (talvez) para uma próxima oportunidade.
Cinco árvores à volta de cinco actividades

“Estamos confiantes de que a capacidade reformadora do Governo será reconhecida”

A economia portuguesa cresceu 1,9% no ano passado, acima do previsto pelo Governo, beneficiando de um quarto trimestre forte, e o ritmo de crescimento deverá acelerar este ano. O investimento estrangeiro está a crescer e anunciam-se novos projetos, apesar da turbulência geopolítica. Neste quadro, a preocupação central é com a concretização de fundos europeus em obra, para que não se percam e sejam uma alavanca para o desenvolvimento. Mas agora o país mergulha numa crise política, que deverá levar a novas eleições, criando imprevisibilidade e fazendo parar processos que estavam em andamento, tudo o que empresários e investidores não querem ouvir. O ministro da Economia, Pedro Reis, aponta ao JE e classifica a situação atual como uma “interrupção”, que espera seja breve. E que o trabalho feito até agora será reconhecido.
“Estamos confiantes de que a capacidade reformadora do Governo será reconhecida”