Comprar bem exige perguntar não apenas o que torna uma propriedade atrativa hoje, mas também o que continuará a torná-la desejável daqui a dez ou quinze anos.
Fundos e outros investidores institucionais que compram habitação já concluída para a colocar no mercado de arrendamento não cumprem os requisitos legais deste regime. E deixam de contribuir para uma solução para a crise.
Esta é a principal questão do inquérito que o INESC TEC está a conduzir junto da população portuguesa, integrado no projecto europeu GReSBAS e que tem como parceiros a Istanbul Technical University e MAKEL da Turquia.
Além do aumento da atividade do segmento da Reabilitação Urbana, a evolução da carteira de encomendas apresentou em junho, um crescimento de 46,8%, em termos homólogos trimestrais.
Nos primeiros seis meses do ano foram acrescentados mais 1.200 quartos ao mercado hoteleiro português. Até 2019 espera-se que inaugurem mais 82 unidades e mais seis mil quartos.
A 1.ª Feira de Investimento Imobiliário e Turismo dedicada a Portugal, que se irá realizar em outubro na capital britânica, tem presença confirmada do Ministro da Economia, Manuel Caldeira Cabral e da secretária de Estado do Turismo, Ana Mendes Godinho.
As cores são fundamentais no feng shui, bem como as formas e os materiais. A disposição dos móveis desempenham um papel igualmente importante na circulação do Chi que significa energia vital.
A atratividade do imobiliário nacional continua em alta, sendo que para 2017 mantenha-se a expectativa de novo recorde de investimento. Neste momento decorrem operações na ordem dos 3.500 milhões de euros.
Longe vai o tempo em que as obras em casa dispensavam o apoio de um arquiteto. Hoje, cada vez mais estes profissionais são os grandes dinamizadores de projetos de qualidade sem custos elevados.
A cozinha e a casa de banho são as divisões onde se efetuam as principais intervenções, porque são as que mais depressa necessitam de remodelações. Contudo, acabam por se estender a toda a casa.
O imobiliário é um setor em permanente mutação. Urge, pois, criar uma estratégia estrutural, em especial para quando se diluir a conjuntura em que Portugal se encontra.
Os investidores nacionais continuam conservadores, mas vêem no imobiliário uma alternativa segura de retorno em relação a outros ativos. No entanto, são os estrangeiros que dão robustez à procura, segundo o administrador da Prime Yield.
De acordo com a avaliação bancária realizada no âmbito da concessão de crédito à habitação, o valor das casas em junho, foi fixado em 1 112 euros/m2, o que correspondeu a um aumento de 0,1%,em relação ao mês anterior e 4,4% ao período homólogo.
Quem o defende é Manuel Alvarez, presidente da RE/MAX Portugal, revelando ainda que o mercado imobiliário deverá registar nos próximos anos um crescimento “saudável e moderado de cerca de 3%”.
No âmbito do Índice de Preços Residenciais, da Confidencial Imobiliário, neste período apenas 15 dos 278 concelhos de Portugal Continental apresentaram uma descida do preço das casas face ao 1º trimestre de 2016.
O projeto do empresário André Jordan em Belas celebra a construção da 100ª moradia unifamiliar, no empreendimento Belas Clube de Campo, num investimento global na ordem dos 150 milhões de euros.